Sunday, January 18, 2015

Harvest - Spanish Prog

Peter's Gift
Harvest biographyhttp://www.progarchives.com/artist.asp?id=5078 )
HARVEST is a band based in Barcelona, Spain, and was formed in 2008. The instigators were Monique van der Kolk (vocals), Jordi Amela (keyboards) and Jordi Prats (guitars), who had come to know each other in a previous band project. As their musical taste and vision was pretty similar, it was an easy decision to form their own band when the time was right. A few months after the formation Roger Vilageliu (bass) and Alex Ojea (drums) hooked up with the founding trio, completing the line-up. 

http://allthebestinrockmusic.blogspot.com.br/2013/07/spanish-proggers-harvest-have-their.html
Harvest's musical vision is a simple one: They want to create music they like themselves, without ever having to think about commercial aims or popularity. Total creative freedom is the guiding star. In 2009 they finished recording their debut effort Underground Community, which was issued towards the tail end of the year. The album is made up of 12 original compositions and a cover of Marillion's song Waiting to Happen. The latter chosen because Marillion is a band all members of Harvest enjoy listening to.

Palhinha;


Thursday, January 15, 2015

Babe Ruth - Progressive Blues Rock (UK)

http://www.baberuthband.net/history.html
Babe Ruth biography
BABE RUTH was a band that formed in Hatfield, Hertfordshire, England, in 1971. Guitarist Alan Shacklock founded this progressive rock band. They had a rhythmic, bluesy, guitar orientated sound capped off by the blistering vocals of Jenny Hahn. Rounded out by Chris Holmes (keyboards and organ), Dave Punshon (piano), Dave Hewitt, (bass) and Dick Powell, (drums) this British band always put on a great live show. Jennie Hahn's raw powerful vocals, and Alan Shacklock's magnificent guitar work made for a true signature sound. With very varied eclectic tastes they covererd song like FRANK ZAPPA's "King Kong", and Curtis Mayfield's "We People Darker Than Blue".


They enjoyed moderate commercial success in Britain, Canada, and the States, but were plagued by personnel problems, and lack of radio airplay. When vocalist Jennie Hahn left the band for parts unknown, the band lost direction and never regained its initial success. I became aware of them through Boston progressive radio where their great song "The Mexican" became a minor hit.
Their 1972 album "First Base", with its cover art by famed YES artist, Roger Dean, remains one of my most favorite albums to this day. I suggest you give this album a listen, because it is simply one of the best rock albums of all time.

 Although long gone, BABE RUTH should never be forgotten.















Monday, January 12, 2015

Phill Collins


Philip David Charles Collins, (Londres, 30 de janeiro de 1951), mais conhecido como Phil Collins, é um músico britânico. Foi baterista e vocalista da banda Genesis, mas também atingiu êxito na carreira solo. Também atuou em alguns filmes e programas de televisão. Phil Collins já colaborou com vários artistas conhecidos, como Bone Thugs'N'Harmony, Paul McCartney, George Harrison, Eric Clapton, Roland Orzabal, Roger Taylor, Robert Plant, Ringo Starr, John Lennon, Elton John, Mike Oldfield, Sting, Anni-Frid Lyngstad do ABBA, Mark Knopfler, Laura Pausini, Peter Gabriel, e Bee Gees. Fez uma participação especial em Woman in Chains, do Tears for Fears, também participou do álbum Break Every Rule de Tina Turner, tocando bateria em músicas como Typical Male e Girls, e também colaborou com a banda Led Zeppelin no Live Aid, tocando bateria. Também participou da música Home, do grupo de rap Bone Thugs'N'Harmony.


Depois que Peter Gabriel deixou o Genesis em 1975, Collins assumiu os vocais. Esse foi o período de maior sucesso comercial da banda, que continuou através dos anos 80. Enquanto trabalhava tanto como vocalista quanto baterista, dava os primeiros passos de uma bem-sucedida carreira solo. 

Já postamos alguns álbuns do Genesis da fase Peter Gabriel, nos quais Phil Collins era o baterista.


Phil Collins sempre foi um músico inquieto, com vários projetos paralelos. Um deles, que considero excelente, foi sua participação na banda de Fusion Jazz, Brand X, também já postado aqui:


Muitos fãs do Genesis esperavam que Phil desse continuidade ao formato de Peter Gabriel... E "A Trick of the Tail" ainda seguia o rastro do Genesis antigo. Aos poucos, o Genesis foi se tornando um grupo Pop Prog, lançando hits ("Misunderstanding, Follow You, Follow Me"), expandindo seu público e atingindo um grande sucesso comercial. Muitos fãs do Genesis culpam Phil Collins como o destruidor do estilo Progressivo (Proto Prog) e introdução do estilo Pop na banda. Mas se observamos outras bandas, como YES, ELP, Jethro Tull, e os próprios discos solos do Peter Gabriel, todos se adaptaram aos anos 80, introduzindo sintetizadores e baterias eletrõnicas. Phil Collins, um músico experiente, acompanhou e liderou esta "evolução" de tendência. 


Nos anos 80, Phil Collins desenvolveu sua carreira solo, embora ainda estivesse no Genesis. Seu primeiro disco solo foi Face Value, de 1981. Este disco cujo hit foi ''In the air tonight'' alcançou grande êxito nas paradas. Os álbuns que se seguiram foram grandes sucessos de vendas e muitas músicas estiveram entre as mais ouvidas. Em 1984 compôs a canção ''Against All Odds'' para o filme Paixões Proibidas. No ano seguinte se apresenta no Live Aid e ao mesmo tempo trabalha na divulgação do terceiro álbum solo ''No Jacket Required''. Sua popularidade se acentua mais ainda nessa fase, se apresentando em numerosos programas de televisão, estrelando até episódios de Miami Vice. Em 1987 sai a primeira compilação em remix dos sucessos do álbum anterior, e no ano seguinte estrela o filme Buster, sucesso de bilheteria que colocou duas canção no topo: A Groovy Kind of Love e Two Hearts. Fechando a década, em 1989 lança o álbum mais conceitual, pessoal, e mais maduro com a faixa ''Another Day in Paradise"...


Alguns álbuns desta fase:








Embora eu (Javanês) seja um grande fã do Genesis com Peter Gabriel, gosto de alguns álbuns da fase II, que chamo de Prog Pop. A Trick of the Tail, Duke, Seconds Out são muito bons... E o último álbum que gostei foi o Genesis de 1983. A letra de "Mama" e "That's All" são muito boas, assim como o som... Percebe-se que foi um álbum muito bem elaborado.



Todas as composições por Tony Banks/Phil Collins/Mike Rutherford.

"Mama" (letra: Phil Collins) – 6:46
"That's All" (letra: Phil Collins) – 4:23
"Home by the Sea" (letra: Tony Banks) – 5:07
"Second Home by the Sea" (letra: Tony Banks) – 6:07
"Illegal Alien" (letra: Phil Collins) – 5:14
"Taking It All Too Hard" (letra: Mike Rutherford) – 3:56
"Just a Job to Do" (letra: Mike Rutherford) – 4:45
"Silver Rainbow" (letra: Mike Rutherford) – 4:27
"It´s Gonna Get Better" (letra: Mike Rutherford) – 5:00

Phil Collins - vocal, bateria e percussão
Tony Banks - teclado e vocal de apoio
Mike Rutherford - guitarra, baixo e vocal de apoio



Thursday, January 8, 2015

Riff Raff - Prog Rock



Riff Raff was a British progressive rock band formed by keyboardist Tommy Eyre in 1972. The band was a continuation on the back of drummers (and Harrow School of Art friends) Rod Coombes and Joe Czarnecki's (aka Joe Peter)'s project originally called 'Crikey' which started in 1969 and completed in 1970, when Coombes had to accept growing tour commitments with Juicy Lucy. These sessions comprised half of the Riff Raff album Outside Looking In, in which Coombes wrote half the songs. Riff Raff later went on to release two albums to lukewarm response; however, their use of jazz and hard-edged rock garnered them a large underground following. Riff Raff also released the single "Copper Kettle".

Palhinha:












Classificado como SONZEIRA DE PRIMEIRA!!!!



Tuesday, January 6, 2015

The Early Blues Roots Of Led Zeppelin


(The Original Classic Blues Songs Which Inspired Led Zeppelin)
The Early Blues Roots of Led Zeppelin shines light on the band's multitude of borrowed material from blues pioneers, some well known, others more obscure. This is essential for fans of Zeppelin, providing the blueprint for 17 songs they electrified and made their own. This is also an enjoyable collection for die-hard blues fans as it features classics from Bukka White, Big Bill Broonzy, Blind Willie Johnson, Robert Johnson, Memphis Minnie, and Sleepy John Estes. (Review by Al Campbell).






Tracks:
01 Memphis Minnie - When the Levee Breaks
02 Sonny Boy Williamson - Sugar Mama
03 Josh White - Jesus Gonna Make up My Dying Bed
04 Blind Willie Johnson - Nobody's Fault but Mine
05 Robert Johnson - Traveling Riverside Blues
06 Sleepy John Estes - The Girl I Love She Got Long Curly Hair
07 Bukka White - Shake 'em on Down
08 Blind Boy Fuller - I Want Some of Your Pie
09 Lead Belly - Gallis Pole
10 Arthur "Big Boy" Crudup - My Mama Don't Allow Me
11 Sonny Boy Williamson - My Baby I've been Your Slave
12 Bukka White - Fixin' to Die
13 John Lee Hooker - Boogie Chillen
14 Oscar Woods - Lone Wolf Blues
15 Sonny Boy Williamson - Got the Bottle up and Gone
16 Big Bill Broonzy - Truckin' Little Woman
17 St. Louis Jimmy Oden - Going Down Slow


Saturday, January 3, 2015

AFROBEAT - Trans Global African Funk Grooves


Afrobeat é uma combinação de música yorubá, jazz, highlife, funk e ritmos, fundidos com percussão africana e estilos vocais, popularizado na África na década de 1970. O principal criador do Afrobeat e artista nigeriano exclusivo de longa data foi o multi-instrumentista e líder de banda Fela Kuti, que cunhou o termo Afrobeat, moldando a estrutura musical, e também o contexto político do gênero na Nigéria. Nigerianos foram os primeiros a introduzir a Afrobeat em 1970, quando Kuti de regresso de uma turnê aos E.U. com seu grupo "Nigéria 70" (ex-Koola Lobitos). O novo som de Kuti arrastou-o de um clube que ele construiu chamado afro-Santuário. Ao chegar na Nigéria, Kuti mudou o nome do seu grupo para Fela Ransome-Kuti & África 70. A banda manteve-se por um período de cinco anos de residência no Afro-Santuário de 1970-75, enquanto Afrobeat prosperou entre os jovens nigerianos.


As características do Afrobeat são:
Big Bands: Um grande grupo de músicos tocando vários instrumentos;
Energia: energética, empolgante e com alta velocidade, percussão Polirrítmica;
Repetição: Os mesmos movimentos musicais são repetidos várias vezes;
Improvisação: Apresentação sem conjunto musical;
Combinação de gêneros: Uma mistura de diversas influências musicais.
Vocais tendem a ser cantadas em Yorubá e Pidgin inglês como Kuti, que disse em perfeito Inglês, considerar estas como sendo as mais entendidas em todas as línguas das fronteiras da África.

Palhinha:




Review by Nathan Thornburgh:
The title of Afrobeat...No Go Die! says exactly what this album wants to prove: Three years after the death of Afro-beat pioneer Fela Kuti, the movement he started is alive and well. Fela, as he was popularly known, was a West African superstar, and his Afro-beat legacy appears on this album as a combination of Bob Marley's musical Zionism and James Brown's universal slickness. This album traces the complex legacy of Afro-beat by ranging in style from the melancholic tribute "Fela" by trumpeter Hugh Masekela to the crossover club hit "Beng, Beng, Beng" by Fela's son, Femi Kuti. Tony Allen, who was Fela's lead drummer in bands from Koola Lobitos to Afrika 70, is also well-represented with the rhythm-heavy track "The Same Blood." Although a couple of the longer songs later in the album inspire more tedium than trance, the Afro-beat here is clearly a superior alternative to the wave of American suburban groove music that would compete with this album.


More AFROBREAT at Valvulado:

Wednesday, December 31, 2014

Peter Gabriel


Há um mês atrás, vi na TV o Rock and Roll of Fame de 2014. E para minha surpresa, Peter Gabriel estava sendo indicado, A introdução feita por Chris Martin do Coldplay foi emocionante. Vejam abaixo:



Vídeo oficial ( http://youtu.be/2YKzdfQeP1M )

Vale a pena reproduzir aqui, o discurso sincero, emocionado e humilde deste monstro da música...

Texto original: http://ultimateclassicrock.com/peter-gabriel-hall-of-fame-speech/ (Larry Busacca, Getty Images)
In his induction speech into the Rock and Roll Hall of Fame, Peter Gabriel displayed the humility and warmth that has made him one of the most universally loved rockers of his generation. The full transcription can be found below.

After an amusing speech by Chris Martin of Coldplay, Gabriel, who was inducted into the Hall in 2010 as a member of Genesis, took no credit for his success. His only reference to his musical ability was that, as a drummer he “was full of enthusiasm, but not a whole lot of talent. But I snuck in here anyway.” Instead, he said it was all the work of surrounding himself with the right people, from his fellow musicians — several of whom he mentioned by name — to the technical people and his business representatives.

"Chris has been working as a stand-up comic…Well, thank you so much for those kind words. It means a great deal that you’re doing this. Thank you. He’s a great songwriter.
I also wanted to acknowledge a much-appreciated, many-times nominated, but not-yet inducted musician that I had up onstage with me, Leo Nocentelli from the Meters. So I saved up all my pocket money to buy my first beaten-up old tom-tom — I think it was about £7, it cost me. And to hold this thing in my hands was the key to another world, and I had no idea then that it might lead me here. I never actually made it as a drummer. I was full of enthusiasm, but not a whole lot of talent. But I snuck in here anyway.
So I’m saying to all those people now at the start of that journey, that if you’re exploring making music and looking at us old-timers getting our decorations, I say two things: Dream big and let your imagination guide you, even if you end up dressing up as a flower or a sexually transmitted disease. They may think it’s a little strange. They may laugh at you, but just do it.
Secondly, surround yourself with brilliance — the brilliance of who you love being around and the brilliance of their talent. I’ve worked with so many amazing people through these years, and you can see from the musicians I have on the stage with me, I’m surrounded by great — and have always been — by great musicians, including some of the world’s greatest drummers which, as an aspiring drummer, has been a real thrill.
But particularly from the beginning of my solo work, a man who sadly couldn’t be here tonight but has been deputized by the legendary Pino Palladino, but Tony Levin. I wanted to mention. David Rhodes, who’s been with me in the album process for so long, too, on guitar. You’ve got the amazing Manu Katche and David Sancious here tonight…and we have a wonderful vocalist, Jennie Abrahamson, who’s been touring with me.
I also have had had the great fortune to work with extraordinary engineers and producers, because they can make you sound good, and they give you a good up-the-backside when you need it, and make sure they squeeze as much juice out of you as you can get. I’ve got an extraordinary, dedicated and loyal group of people who represent me and have worked with me for many years in the management team: agents and record company folk and all the many talented folk that it takes to put a tour together. We have had for years and years and extraordinary crew who will do anything to get our show up and running, and whatever it takes. So, to all those people, I definitely wouldn’t be here without all of you working hard, and I really appreciate it.
But, in the end, the core of what you are and where you are is where your heart is, and those who you love and those who love you. So I want to thank especially my dad for teaching me about the power of ideas, imagination and science; my mum, who taught me about music and compassion; my amazing kids, two of whom are here tonight — the other two are in the business of having a baby, it’s grandchildren for me — but they inspire me to make me very proud. And now I have two grandchildren, and most of all, the person who has to suffer most for the life that I’ve chosen, my incredible wife, Meabh, who’s given me an extraordinary life. I love you so much.
Watch out for music. It should come with a health warning. It can be dangerous. It can make you feel so alive, so connected to the people around you, and connected to what you really are inside. And it can make you think that the world should, and could, be a much better place. And just occasionally, it can make you very, very happy. Thank you so much. It means a great deal. Thank you."

Read More: The Full Text of Peter Gabriel's Rock and Roll Hall of Fame Speech | http://ultimateclassicrock.com/peter-gabriel-hall-of-fame-speech/?trackback=tsmclip



Para celebrar o Ano Novo, apresentamos nossa homenagem a Peter Gabriel, fundador do Genesis (em sua melhor fase), e um músico completo, sempre cercado do que há de mais inovador, experimentando a música de diversas formas.




Época no Genesis:
Peter Gabriel fundou o Genesis em 1967 juntamente com seus amigos Tony Banks, Anthony Phillips, Mike Rutherford e Chris Stewart, todos alunos da Charterhouse School, em Godalming, Inglaterra. O nome da banda foi sugerido por um aluno mais velho do colégio, Jonathan King, que àquela altura já era um reconhecido empresário de música pop. O primeiro álbum do quinteto chamou-se From Genesis to Revelation, de cujo título foi tirado o nome do grupo. Apaixonado pela soul music, Gabriel foi influenciado por diferentes artistas, incluindo Nina Simone, Gary Brooker do Procol Harum e Cat Stevens. Ele tocou flauta no álbum de Stevens Mona Bone Jakon, de 1970. No entanto, as maiores influências de Gabriel foram dois de seus contemporâneos: David Bowie e Syd Barrett, este líder do Pink Floyd, que estavam redefinindo a cena musical britânica no final dos anos 60 e início dos anos 70. O Genesis tornou-se rapidamente uma das bandas mais comentadas do país e, sem demora, conquistou fãs na Itália, Bélgica, Alemanha e em outros países da Europa. O apelo inicial da banda estava na presença de palco misteriosa de Gabriel, que se disfarçava com máscaras, maquiagens e trajes teatrais nos shows, representando personagens e símbolos das músicas. Outro recurso que Peter Gabriel usava ao vivo eram as histórias de suspense e humor que contava durante as pausas entre as músicas, enquanto os outros integrantes afinavam seus instrumentos. Nessa primeira fase do Genesis havia uso frequente de luz ultravioleta e bombas de fumaça no palco.


Entre as fantasias mais famosas de Gabriel (que ele desenvolveu como forma de superação do medo de palco), incluem "The Flower" ("Supper's Ready", de Foxtrot), "Magog" ("Supper's Ready"), "Britannia" ("Dancing With The Moonlit Knight," de Selling England by the Pound), "The Old Man" ("The Musical Box", de Nursery Cryme), "Rael" (The Lamb Lies Down on Broadway) e "The Slipperman" ("The Colony of Slippermen," também de The Lamb Lies Down on Broadway). O vocal de apoio para Gabriel era geralmente feito por Mike Rutherford, Tony Banks e Phil Collins, que após longa busca por um substituto, acabou tornando-se vocalista da banda após a saída de Gabriel em 1975.


A saída de Gabriel do Genesis resultou de diversos fatores. Após sete anos na banda, Peter sentia-se limitado criativamente, sua presença teatral nos shows causou atrito com os outros integrantes, pois a mídia exaltava suas bizarrices e reduzia Mike Rutherford, Tony Banks, Steve Hackett e Phil Collins a reles músicos de apoio do vocalista. As tensões aumentaram durante a gravação do ambicioso álbum conceitual duplo The Lamb Lies Down on Broadway e respectiva turnê, este sim um conceito criado por Gabriel, enquanto os outros integrantes se encarregaram das composições e arranjos. Por esse tempo, Gabriel foi contatado pelo diretor de cinema William Friedkin, de O Exorcista, que sondou a possibilidade de escrever um roteiro de filme com o líder do Genesis. Apesar de o projeto não ter saído do papel, a ausência de uma semana da banda desgastou muito a relação do quinteto. Sua saída foi acertada antes da turnê de The Lamb Lies Down on Broadway.

Palhinhas:


Alguns álbuns para relembrar esta fase do Genesis:









Outro ponto de tensão foi a gravidez problemática de Jill Moore, mulher de Gabriel. Os médicos não garantiram que Anna-Marie nasceria com vida e, diante disso, Peter Gabriel achou por bem ficar por mais tempo com sua família. Como isso significou que o vocalista não estaria disponível para ensaiar, gravar e fazer shows, ficou claro que a saída dele era a única solução. Os sentimentos envolvidos nesse doloroso processo inspiraram Gabriel a compor a canção "Solsbury Hill", que chegou à posição 70ª das 100 mais pedidas da Billboard, em 1978.



O começo da carreira solo:
Gabriel recusou-se a intitular seus quatro primeiro álbuns-solo (todos são chamados Peter Gabriel, diferindo somente na arte da capa), já que gostaria que as capas tivessem o mesmo impacto de uma edição especial da revista Time, que normalmente é composta apenas de uma foto e o nome da publicação; posteriormente, nos EUA, os quatros primeiros álbuns foram diferenciados através de numeração e da imagem frontal, na ordem I - Car, II - Scratch, III - Melt e IV - Security. Três deles foram produzidos entre 1976 e 1982 por Bob Ezrin. Gabriel trabalhou com o guitarrista Robert Fripp (do King Crimson) como produtor em seu segundo LP solo, de 1978. Esse álbum é tido como o mais obscuro e experimental por não ter produzido hits.


O terceiro álbum, lançado em 1980, trouxe a colaboração de Steve Lillywhite, que despontava com os primeiros álbuns do U2. É lembrado pelos compactos "Games Without Frontiers" e "Biko", que mostram o novo interesse de Gabriel pela world music (especialmente na percussão, no emprego da então nascente técnica do "gated drum", também chamada de "gated reverb", na qual, dentre outras características, não são usados os pratos da bateria), e pela esmerada produção, que fez uso extenso dos recursos de estúdio e processamentos de som. As sessões de gravação entre 1981 e 1982 com o produtor David Lord acabaram resultando no quarto LP, Security, cuja produção teve mais participação do cantor e letrista. Apesar do som peculiar e dos temas introspectivos (preferidos por Gabriel), o álbum foi bem sucedido e rendeu um sucesso, "Shock the Monkey", para o qual foi realizado um videoclipe inovador. Gabriel promoveu todos os seus álbuns com turnês, nas quais, cada vez mais percebia-se o emprego de recursos e conceitos originais, coreografias, tecnologia de ponta, e a redução do uso de maquiagens e da flauta que tanto o celebrizaram na época do Genesis. Para uma das turnês, toda sua banda raspou a cabeça. A turnê de 1982 e 1983 incluía uma sessão de abertura com David Bowie. Esse período foi resumido com o álbum ao vivo Plays Live.



Em outubro de 1982, Peter Gabriel se reuniu ao Genesis para um show exclusivo, chamado Six of the Best, no estádio Milton Keynes, na Inglaterra. A iniciativa partiu do empresário do Genesis, Tony Smith, ao saber que Gabriel estava à beira da falência devido ao seu patrocínio ao festival internacional de artes chamado "World of Music, Arts and Dance" (WOMAD). A situação era tão grave que Peter Gabriel foi jurado de morte por pessoas ligadas aos demais credores do festival. Assim, ele, Tony Banks, Mike Rutherford, Phil Collins, Steve Hackett, Daryl Stuermer e Chester Thompson se apresentaram juntos em 2 de outubro daquele ano e conseguiram a renda necessária para Gabriel normalizar sua situação, não ser assassinado, não perder sua gravadora e editora de música (Real World Records) e levar adiante sua carreira. O show foi apresentado por Jonathan King, o produtor do álbum de estreia do conjunto.



Palhinhas:


E seguem alguns álbuns desta fase:















World Music:
Apesar de sucesso comercial e de crítica com os álbuns anteriores, sua maior popularidade foi obtida em 1986 com So. As canções "Sledgehammer", "Big Time" e "In Your Eyes" estouraram nas paradas de sucesso de vários países do mundo. O álbum foi co-produzido por Daniel Lanois, já então reconhecido por seu trabalho no U2. A canção "Sledgehammer" foi acompanhada por um videoclipe inovador, que ganhou diversos prêmios no MTV Music Video Awards de 1987, e estabeleceu um novo padrão para vídeos de música, tendo sido decisiva sua influência no surgimento da chamada "indústria do videoclipe". O mesmo aconteceu com "Big Time", cujo clipe usa animação e diversos efeitos especiais. "Sledgehammer" também apareceu na trilha internacional da novela Roda de Fogo, do Brasil, em 1986. Nessa época, Peter se envolveu fortemente com as causas da Anistia Internacional.


Em 1989, o cantor lançou Passion, a trilha sonora do filme de Martin Scorsese, A Última Tentação de Cristo. Muitos consideram o álbum como o auge de seu trabalho com world music, e com ele Gabriel ganhou seu primeiro Grammy. Em seguida foi lançado Us, em (1992) (também co-produzido por Daniel Lanois), no qual foram explorados problemas pessoais recentes: o fim de seu primeiro casamento, suas crises de depressão causadas pelo transtorno bipolar e sua excessiva preocupação com a forma física e sexo, além da crescente distância entre ele e sua primogênita. A característica introspecção de Gabriel, nesse álbum, se tornou mais intensa, como se pode ver no videoclipe da primeira música de trabalho, Steam, em que aparecem várias referências a mulheres e ao sexo.


A segunda música de trabalho, "Digging in the Dirt", mostra o artista em meio a várias situações conflituosas, violentas, embaixo da terra e coberto de minhocas. Seus problemas com a filha foram explorados em "Come Talk To Me", que tinha vocal de apoio de Sinéad O'Connor. O'Connor também cantou em "Blood of Eden", o terceiro compacto do álbum. Os anos 90 de Gabriel foram resumidos no CD duplo Secret World Live (1994). Gabriel ganhou outros três Grammys por seus videoclipes. Após uma grande parada em que se voltou para outros projetos, Gabriel lançou OVO, com a trilha sonora do evento "Domo do Milênio", em Londres, em 2000, cuja proposta foi celebrar artisticamente a civilização Ocidental, com a abordagem de seu passado, presente e as esperanças para o futuro, Long Walk Home, trilha sonora para o filme Rabbit-Proof Fence que ganhou o Globo de Ouro. Em setembro de 2002 foi lançado Up, seu primeiro álbum de estúdio na década, o qual tematiza experiências e sentimentos típicos da meia-idade, e mescla novos estilos musicais ao resgate de algumas referências do rock progressivo. Esse álbum teve menos sucesso comercial, embora a crítica tecesse elogios.

Palhinhas:



E, claro, seguem alguns álbuns:











Esta é a homenagem do Valvulado a este Master do Rock Progressivo & World Music. Um gênio, que influenciou várias gerações de músicos, deixando um legado musical monstruoso... Salve Peter Gabriel!!!!


HAPPY NEW YEAR
FELIZ 2015