Friday, September 20, 2013

Discos do Passado


Qual o primeiro disco que você lembra, que você possuiu? Provavelmente, este primeiro vinilzão não corresponde ao seu gosto musical atual, mas você se lembra de todas músicas, da ordem do Lado A e do Lado B, dos detalhes da capa e ainda sabe cantar umas, inteirinhas... São músicas que vêm acompanhadas de lembranças, de momentos e, por mais diferente que seja seu gosto musical, ainda as escuta, com um certo saudosismo. A seguir, apresento meus primeiros discos, que na verdade, eram de meus pais e os escutei a exaustão. Por muito tempo, até que adquirisse meus próprios discos, estes foram os únicos que rolavam na vitrolinha do 3 em 1 de minha casa.

Lee Jackson era um grupo paulistano de “Rock-Samba” formado em São Paulo, participou da Jovem Guarda e gravou um disco apresentado por Bill Haley, em uma de suas visitas ao Brasil. Bill Haley só apareceu no disco nas fotos da capa. Um sonzinho interessante misturando A Galinha do Vizinho com Satisfaction... Acho que foi por causa deste disco que comecei a gostar de Rock.

Faixas:
01 - What'd I Say
02 - Rock Around The Clock - Brasileirinho
03 - Be Bop A Lula
04 - Rockin' Robin - Route66
05 - RunAway
06 - A Hard Day's Night
07 - Satisfaction (I Can't Get No)
08 - Jambalaya
09 - C. C. Rider
10 - Shakin' Goin' On
11 - If I Fell


Coletânea lançada pela K-tel em 1975. Também contribuiu muito para que eu gostasse de Rock...


Coletânea de baladas, a maioria disco. E neste tem Morris Albert com She's my girl. Brasileiro com um hit nas paradas americanas.


Deste vinilzão, adorava o tema da SWAT. Bom demais.

01 - I Love To Love - Tina Charles
02 - You'll Never Find Another Love Like Mine - Lou Rawls
03 -  I Could Dance All Night - Archie Bell And The Drells
04 - Jet Setting - Van McCoy
05 - Falling Apart At The Seams - Marmalade
06 - Theme From S.W.A.T. - The Jet Music Band
07 - Try Me, I Know We Can Make It - Donna Summer
08 - It Don't Hurt Me Like It Used To - Johnnie Taylor
09 - Because I Love You, Girl - The Stylistics
10 - Valerie - Rex Taylor
11 - Rock Me Mama - John Edge
12 - Love Power - George Benson


Outro som que começou a rolar nas primeiras festinhas, com as saudosas músicas lentas...

01 - Daddy Cool - Boney M.
02 - One Day At A Time - Elton John
03 - I Got To Rio - Peter Allen
04 - Comme Une Melodie - Richard Anthony
05 - Baboo Baboon - Big Baboon Band
06 - The Way We Were - Willie Hutch
07 - Dancing Queen - Abba
08 - Let My Love Shine In - Ashantis
09 - Canada - Pilot
10 - Just Imagine - Glen Michael
11 - Marguerita - Riccardo Cocciante
12 - Harvest For The World - The Isley Brothers
13 - You Keep Me Hangin' On/Stop! In The Name Of Love - Roni Hill
14 - Everybody's Talking 'Bout Love - Silver Convention

Para quem não lembra e nem sabe que existiu, esta foto é um belo exemplo das músicas lentas nos bailinhos...


Este também rolava nas festinhas... O interessante é a Xuxa de short amarelo na capa.

01 - The Sound Of The City - David London
02 - I'm Coming Out - Diana Ross
03 - Late At Night - Fairplay
04 - You Gave Me Love - Crown Heights Affair
05 - Dreamin' - Cliff Richard
06 - Stay A Little Longer - Chi-Lites
07 - Leave Me Now - Black Russian
08 - Tell Michele - White Fire
09 - Celebration - Kool & The Gang
10 - Walk On - Ozone
11 - Week By Week - Sunday
12 - Blue Jean Susy - Malcolm Forest


(Com exceção do Lee Jackson, os demais discos foram obtidos no site: http://bugrim.blogspot.com.br/ )

Saturday, September 14, 2013

YES in little pieces




Após as polêmicas sobre as últimas performances do YES, resolvemos fazer um Post de uma de nossas bandas preferidas, para resgatar a memória de uma das maiores bandas de Rock Progressivo da história. O YES teve várias formações, porém a formação que mais gostamos e, que na nossa opinião, compôs os melhores discos é: Jon Anderson (Vocal), Chris Squire (Baixo, vocal), Steve Howe (guitarras acústicas e elétrica), Rick Wakeman (Órgão Hammond, piano, RMI 368 Electra-Piano, Mellotron, Moog), Bill Bruford  (Bateria, percussão). Entre os álbuns, considero Fragile (1971) uma obra de arte, com músicas, acordes, letras, tudo em grande sintonia. Uma grande inspiração.


Embora, para muitos fâs, a turnê no Brasil tenha decepcionado por não ser um Mega concert, em favor da banda, é bom lembrar que Steve Howe está com 65 anos e Chris Squire está com 64, e mesmo assim, toparam tocar e incluir nos shows, os álbuns The Yes Album , Close to the Edge e Going for the One, realizando um show de três horas para o relativo pequeno público que compareceu.

Estes senhores continuam na ativa e pretendem lançar um novo disco em 2014. E embora façam shows em cruzeiros, e a banda atual parece não ter a expressão do que foi no passado, o YES foi uma das bandas mais marcantes, mais influenciadoras do Rock Progressivo.

Para começar, uma comparação do melhor show do Yes, com o último aqui no Brasil:


Um vinil triplo: “Yessongs”, lançado em 1973, e gravado na tour do grandioso “Close To The Edge”. O disco traz Rick Wakeman em sua melhor forma, mostrando porque é considerado o grande mago dos teclados. 




Uma formação quase clássica (apenas o vocalista Jon Davison é um novato em se tratando de Yes), com Geoff Downes (tocou no álbum do Yes "Drama" e tocou com Steve Howe no Asia) retornando aos teclados. Os demais são os feras Chris Squire no baixo e Steve Howe na guitarra, além de Alan White na bateria.

Fonte: Resenha - Yes (Vivo Rio, Rio de Janeiro, 25/05/13) 
http://whiplash.net/materias/shows/180702-yes.html#ixzz2esQtAshB



Falando dos integrantes da banda:


Bill Bruford: William Scott "Bill" Bruford (17 de Maio de 1949), foi baterista do Yes (link), King Crimsom (link), UK e Genesis (link), entre outros conjuntos de rock progressivo. Bill Bruford trouxe para o rock novos rudimentos, técnicas orquestrais e de jazz. Bruford foi um dos criadores do rock progressivo.
Segundo a Digital Dream Door, Bruford é o sétimo maior baterista de rock de todos os tempos. Principal batera do YES, sendo substituído por Alan White de tempos em tempos.



Alguns álbuns de sua carreira solo:


Primeiro álbum solo com Allan Holdsworth (guitarra), John Goodsall (guitarra), Jeff Berlin (baixo), Dave Stewart (teclados) e Kenny Wheeler (flugelhorn). Oálbum foi considerado uma vanguarda do Jazz Progressivo.


Este é o terceiro álbum de Bill Bruford. Foi co-produzido por Ron Malo (Weather Report) e lançado em 1980. Também é consideradoum dos melhores álbuns do gênero Progressivo Rock Fusion...


Chris Squire: Christopher Russell Edward Squire, conhecido como Chris Squire (Londres, 4 de março de 1948), baixista da banda de rock progressivo Yes, da qual é co-fundador e único membro constante. O estilo do baixo de Squire é melódico, dinâmico e agressivo, o qual é sua marca. Ele usa caracteristicamente o baixo Rickenbacker 4001, que junto com seus ajustes pessoais gera um timbre inconfundível. Squire foi considerado o 18º melhor baixista do milênio numa lista divulgada pela revista Guitar há poucos anos.





Solo album lançado durante um período de inatividade do Yes. Com uma força de Bill Bruford e Patrick Moraz, Squire detona no baixo, guitarra e vocais. Também participam Mel Collins no sax e Andrew Pryce Jackman no piano. O álbum é considerado prograssivo, na mesma linha do Relayer, com umas pinceladas de Jazz.


Jon Anderson: Jon Anderson (Accrington, 25 de outubro de 1944) é um cantor, músico multi-instrumentista, compositor e poeta britânico conhecido por seu trabalho como vocalista da banda de rock progressivo Yes. Ele também possui uma extensa carreira solo, tendo gravado vários discos, entre eles a obra-prima "Olias Of Sunhillow", e colaborado com diversos músicos e bandas, como o grego Vangelis, através do projeto Jon & Vangelis, o King Crimson, o brasileiro Milton Nascimento e o também inglês Mike Oldfield. Jon Anderson é vegetariano e místico. Suas letras costumam retratar histórias, livros e temas místicos de escrituras orientais.





De toda a sua obra solo, escolhemos estes discão por ter a participação de Milton Nascimento e Boca Livre. Neste álbum há várias experiências interessantes de Mr. Anderson com vários músicos latinos.

Steve Howe: Stephen James Willian John Howe (8 de Abril, 1947 em Londres) é um músico inglês de rock progressivo, internacionalmente conhecido por seu trabalho como guitarrista da banda Yes. Considerado um dos melhores e mais influentes guitarristas de todos os tempos. Ele também já participou das bandas The Syndicats, Bodast, Tomorrow, Asia e GTR, além de já ter lançado 14 álbuns solo. Falar mais o que de Steve Howe... Os acordes, os solos, as composições, um exímio e competente guitarrista. Para mim, um dos grandes responsáveis pelas belas composições do YES.





Discaço solo de Mr. Howe com vários músicos inclusive Bill Briford, Alan White e Patrick Moraz


Rick Wakeman: Richard "Rick" Christopher Wakeman (Londres, 18 de maio de 1949) é um tecladista de rock progressivo britânico. Ele é um pianista clássico treinado, e tornou-se bastante famoso por sua virtuosidade. Nos primeiros anos de sua carreira ele foi um pioneiro no uso de teclados eletrônicos e seu nome tornou-se sinônimo de tecladista cercado por uma vasta gama de equipamentos. Wakeman alcançou a fama em 1970 tocando com a banda The Strawbs, juntando-se ao Yes em 1971. Ele entrou e saiu da banda pelo menos quatro vezes, reflexo de um relacionamento turbulento com o grupo. Em 2002 ele voltou ao Yes pela quinta vez. Wakeman tem uma carreira solo extremamente longa. Ele também tocou como músico convidado para artistas como Elton John, Brian May, Alice Cooper, Lou Reed, David Bowie, Ozzy Osbourne e Black Sabbath.





Lançado em 1973, é considerado por Rick Wakeman, como o seu primeiro, já que é nele que o artista iniciou propriamente o seu estilo progressivo e sinfônico. Uma curiosidade: Em 1973, Rick Wakeman quis fazer um show sobre o tema do álbum em Hampton Court Palace, um castelo construído por Henrique VIII e teve seu pedido negado. 36 anos depois, no final de 2008, Wakeman foi finalmente convidado formalmente pela realeza britânica para celebrar os 500 anos da ascensão de Henrique VIII ao trono inglês e deu origem ao show "The Six Wives of Henry VIII Live at Hampton Court Palace" lançado em CD, DVD e Blu-Ray em 2009. 


Embora tenha feito o post do YES, declaro para os devidos fins que sinto falta do YES com esta formação e a inspiração criativa dos anos 70. Queria ver eles lançando um álbum nesta formação, que lembrasse o poderoso Fragile, o acordiônico Going to the Edge, ou o enérgico e virtuoso Yes Songs. Mas, deixo registrado, uma pequena homenagem a uma das melhores bandas que já ouvi...

Tuesday, September 10, 2013

Billy Cobham - The Drummer




Billy Cobham (16 de maio de 1944) é considerado um dos grandes bateristas da história da música norte-americana. Foi mundialmente reconhecido após gravar o álbum Bitches Brew de Miles Davis, considerado o primeiro álbum de jazz-rock da história da música norte-americana. Participou com Jonh Maclaughin, Rick Laird e Jan Hammer num dos maiores grupos de jazz-rock da história: Mahavishnu Orchestra. Acompanhou grandes nomes do funk como, por exemplo, James Brown. Seu álbum solo mais famoso é o Spectrum, de 1973.

Muito crédito é dado a Cobham por sua incrível técnica e habilidade ao instrumento, tendo influenciado gerações de bateristas das décadas de 1970, 1980 e 1990 tais como Dennis Chambers e Rick Lawton.

Drum Solo


Billy Cobham tem uma discografia incrível, tanto solo como Side man. A seguir são apresentados algumas obras primas deste mago das baquetas.


Bootleg 3 CDs. Uma coletânea dos melhores momentos de Mr. Cobham.


This bootleg is absolutely different of the official Live On Tour In Europe released in the same year, because the set list is not the same. But still a great one! Was recorded in the Hofstra University, Hempstead, NY (1976, March 19), from FM radio broadcast, with Billy Cobham on drums, George Duke on vocals and keyboards, Alphonso Johnson on bass and John Scofield on guitar.



Um disco que marca a parceria com o mago dos teclados, George Duke, fazendo um Jazz-Funk-Fusion de primeira.



Spectrum is the debut album of fusion drummer, Billy Cobham. Released in 1973, Spectrum is regarded as one of the most important and essential drummers' albums in jazz fusion genre. The album contains much influence of the music of Miles Davis and Mahavishnu Orchestra, with whom Cobham had previously collaborated extensively. Generally, Spectrum is considered to be Cobham's best album up to this day, and does embody a role as important as the work by Miles Davis, Weather Report, or Mahavishnu Orchestra among the development of the jazz fusion genre. Tommy Bolin, who would go on to join the hard rock band Deep Purple two years later, plays the lead guitar. The song "Stratus" appears in the video game Grand Theft Auto IV of the radio station "Fusion FM", as well as being the main sample in the Massive Attack hit "Safe from Harm".


Billy Cobham - Crosswinds (1974 )
Personnel:
- Billy Cobham (William Emanuel Cobham, Jr.) - drums, percussion, arranger, producer
- John Abercrombie - acoustic & electric guitars
- Michael Brecker - woodwinds (01a,01d,02-04)
- Randy Brecker - trumpet  (01a,01d,02-04) 
- Garnett Brown - trombone
- George Duke - keyboards
- Lee Pastora - Latin percussion  (01a,01d,02-04) 
- John Williams - acoustic & electric basses



Billy Cobham - A Funky Thide Of Sings (1975)

Alternative Link

Personnel:
- Billy Cobham - synthesizer, drums, percussion, producer
- John Scofield - guitar
- Milcho Leviev - keyboards
- Alex Blake - bass
- Michael Brecker, Larry Schneider (01,03) - saxophone
- Randy Brecker, Walt Fowler (01,03) - trumpet
- Glenn Ferris - trombone
- Tom Malone - trombone, piccolo (01,03)
- Rebop Kwaku Baah - congas (01,03)

This is a very good jazz-rock fusion music with a lot of nice brass section segments...


E para encerrar, um discão de Billy Cobham, Stanley Clarke e Eumir Deodato.


The solos are great, the beat is heavy and funky throughout, and Deodato takes a number of excellent solos on Fender-Rhodes electric piano which I feel are real highlights of the album.

The Band:
Bass - John Giulino , Stanley Clarke
Drums - Billy Cobham , Rick Marotta
Flute - Hubert Laws
Guitar - John Tropea
Keyboards, Arranged By, Conductor - Eumir Deodato
Percussion, Congas - Gilmore Degap , Rubens Bassini




Saturday, September 7, 2013

14 BIS

O 14 Bis foi criado no final do ano de 1979 por músicos que já se conheciam e alimentavam a ideia de ter uma banda brasileira nos moldes daquelas bandas internacionais que tanto influenciaram e emocionaram seus integrantes como Beatles, Rolling Stones, Deep Purple, Yes, Led Zeppelin, Pink Floyd entre muitas outras. Mas a influência não se resume a música criada fora do Brasil. O Clube da Esquina foi, para todos do 14 Bis, a prova que poderia ser criada no Brasil uma nova música brasileira original, popular e ao mesmo tempo sofisticada. Antes da fundação do 14 Bis, era diante desse caldeirão musical que seus futuros integrantes sonhavam em gravar suas canções e atingir o sucesso. Enquanto isso não era possível, trabalhavam cada um junto a um grupo ou artista diferente, sempre buscando o amadurecimento musical e profissional. Flávio e Sérgio estavam no O Terço, Hely e Vermelho no Bendegó e Cláudio com Lô Borges.



O 14 BIS surgiu num momento em que o Brasil carecia de bandas com um som jovem e de qualidade. Além dele, só havia A Cor do Som e o Roupa Nova. As canções melódicas, originais, com vocais apuradíssimos e a interessante mistura de rock progressivo e a música regional repercutiram não só entre o público mas também na crítica, que recebeu favoravelmente o trabalho. Os cinco foram retratados em estilo barroco na capa do primeiro disco pelo pintor Pedro Algaza, que recebeu elogios de Caetano Veloso.

E é deste momento inicial de criação que trazemos dois álbuns excelentes... meio progressivo, meio MPB, meio diferente.




Thursday, September 5, 2013

ARGENT - Crossover Prog • United Kingdom

 

Eighteen months after keyboard virtuoso Rod ARGENT left the famous sixties band The ZOMBIES, their single "Time Of The Season" from their last album "Odyssey & Oracle" topped the US charts and sold one million copies! There was a hugh demand to re-group The ZOMBIES but Rod ARGENT preferred to form his own band to make more progressive music. He recruted bass player John Rodford, drummer Bob Henritt and guitarist Russ Ballard and called the quartet ARGENT. 

Under this name they released the eponymous debut album "Argent" in '70, the song "Liar" became a USA hit and was covered by THREE DOG NIGHT. With the next albums "Ring Of Hands" ('71) and "All Together Now" ('72) ARGENT gained more appreciation and the single "Hold Your Head Up" became a smash hit all over the world. The following album "In Deep" and single "God gave Rock 'N' To You" charted good but the increasing musical problems between Rod ARGENT and Russ Ballard finally escalated after the next album "Nexus" ('74): Russ wasn't pleased at all with Rod's synthesizer escapades, he liked the shorter and more catchy rocksongs. In '74 Russ departure was a fact but without hard feelings. Later that year ARGENT released the double-live record "Encore". Russ was replaced by multi-instrumentalist John Grimaldi and guitarist/vocalist John Verity. Rod was so excited about this new ARGENT that he refused an offer to join YES after WAKEMAN's departure! In '75 ARGENT made the album "Circus" but despite good critics the sales were poor. In '76 ARGENT released the disappointing LP "Counterpoints", ARGENT took his conclusions and broke up his band.

The early ARGENT made catchy heavy progressive rock with powerful organplay by Rod ARGENT. Their most progressive and acclaimed album is "Nexus": the Hammond organ has almost dispappeared in favor of the Fender Rhodes - and Hohner electric piano, the Mellotron, Grand piano and the famous Moog synthesizer. The album shows great sense of dynamics and splendid shifting moods: lush symphonic, slow and dreamy and fluent and powerful with strong electric guitar and tasteful keyboard play. In '95 their was the release of a great live album titled "In Concert" (on the Windsong label) including most of their best songs, superior to the rather excellent live album "Encore" ('74).
- Erik Neuteboom

Not wanting to destroy a good band, but Argent were never groundbreaking and uncovered new areas of musical exploration: they were simply followers of a movement and added to the sheer mass of excellent albums of those years (70's) and had a lot more commercial success than other band who had more talent (Audience, Comus, etc.....) but always remained somewhat of a second-league act (as opposed to the prog giants). Is it normal that Argent had more commercial success at the time than Caravan, Gentle Giant and others? Nowadays, of course, it seems that Caravan and Argent are regarded with more lucidity and to their more proper artistic value. 

Russ Ballard's solo career would take a while to develop, but he was also writing songs for other artistes as well. But one would have to wait for 79's Barnett Dog to find a real good reason for his departure: a strong album filled with solid dramatic RnR lyrics and a widely heard single On The Rebound. His next album Into The Night is probably his best album though, with some very good and diverse songwriting. 

While John Verity would go on to form his own band for two albums, Rod Argent will return to his side business of music equipment (he can still be seen in his Denmark street shop in Soho, when not touring with the reformed Zombies) and concentrated on studio work (including The Who) before releasing a solo album Moving Home in 79 (with many star friends) then the Masquerade musical in 82, then worked with Closseum's Hiseman and Barb Thompson on the jazzy Siren Song (83), and then movie scores and new age albums (Red House in 88) and production work (Tikaram in the 90's). He tours now and again with the re-formed The Zombies and plays some Argent tunes in the sets, with his cousin Rodford on bass.