Richard Christopher Wakeman (May 18, 1949 in Perivale, Middlesex, UK)
Rick WAKEMAN is one of the best known progressive musicians and a pioneer in the use of electronic keyboards in rock music. He's also been extremely prolific: in addition to his work as a member of The STRAWBS * (folk-rock band), YES * (post-psychedelic hard rock band), and YES offshoot Anderson Bruford Wakeman Howe (ABWH)*, he has a huge number of session credits, including work with David Bowie, Elton John, BLACK SABBATH, Al Stewart, and Lou Reed. And he's released more solo albums than anyone this side of FRANK ZAPPA. The list below includes 100 titles, including a best-of anthology, a CD EP, and six albums Rick did in collaboration with his son Adam (WwW)*. He also remained associated with YES into the '90s.
Recorded in 1997 and originally released in 1999, the three disc set comprised three volumes, The Sculptor, The Writer and Sketches, and revealed a more sensitive side to RW’s musical nature.
Piano Portraits is the 100th solo album from Rick Wakeman in what represents a truly remarkable body of work. The 15 tracks that Rick has re-interpreted on piano represent a distillation of all the music that has impacted and influenced Rick's life over the decades, taking in 70s rock and pop, classical, jazz and choral. Painting pictures is how Rick describes his playing style and how he visualizes music, and this album paints a very vivid, lush landscape for the listener to explore.
Texto a seguir retirado de ( http://jonlord.org/2011/07/09/lord-wakeman-world-premiere-at-sunflower-jam/ )
"The Sunflower Jam 2011 will be remembered for one of Jon Lord’s most rewarding appearances of 2011 – musically daring and performed with sharp excellence.
On an evening already rife with musical talent, Jon Lord shared the stage with Rick Wakeman for the pair’s brand new composition It’s Not As Big As It Was (allegedly about the music biz although it was preceeded by jokes about old age and prostate problems). This was without a doubt The Sunflower Jam’s musical crown jewel benefitting the good cause of helping children suffering from cancer. Donations are still welcome."
This is Rasmus Heide’s report:
Jon Lord appears onstage after almost an hour of excellent music from the likes of Danny Bowes (Thunder), Gary Brooker, Joe Bonamassa and Newton Faulkner. These gentlemen (and woman) have entertained the crowd with blues and rock classics that fare very well, particularly Gary Brooker’s rendition of A Whiter Shade of Pale and Joe Bonamassa’s Thrill is Gone. However, Jon will proceed to seize the show and push up the excitement level several notches.
“One of the greatest keyboardists in rock’n’roll, Mr. Jon Lord!” Joe Bonamassa introduces the maestro and kicks off a slowly evolving Ballad of John Henry. Bonamassa’s bluesrock signature tune is the perfect choice for the two masters to pool their forces. Building its riff to a roar before dipping to the verse – and then lifting itself up to the menacing chorus, Jon’s swirling Hammond backdrop has touhes of the quietly contemplative work he did for the band Ride some years ago.
Standing at the edge of the stage – having pushed the organ chair to a side – Jon is in great shape and form; focused and well prepared for what will turn into an absolute musical feast celebrating almost every aspect of his musical prowess – and in the stately old Royal Albert Hall where his work first came to prominence in 1969 – and again in 1999.
Bonamassa’s John Henry is taken down to a shimmer and Bonamassa steps up to the theremin to make it squeal eerily to the fascinated crowd – until Jon Lord gently takes over. His solo is stormy and intense, developing to a massive Hammond crescendo full of his trademark wails and runs. Bonamassa moves closer and teases Jon into a guitar-organ chase the likes of which we’ve not heard for nearly 20 years… Majestic and spine-shivering.
Thanking Bonamassa, Jon introduces the next piece as Bourree from his Sarabande album. The contrast is tangible. With the evening’s musical director Paul Wickens on synthesizer, Jon handles piano and then Hammond for the solo. Anna Phoebe adds a particularly mean solo violin to the piece, expanding again the range of musical flavours of an already boundary pushing evening.
“I’ve got a big ask of you. Not a big ass – although it used to be bigger – but a big ask. Into every show a quiet song must fall,” explains Jon Lord before presenting ”the rather wonderful” Steve Balsamo to sing Jon’s most popular solo piece. Balsamo delivers a particularly tender and confident Pictured Within – in his element, gazing out at the crowd, inspiring pin drop silence. Lacking the sweeping string section of its standard orchestral arrangement, in its place Anna Phoebe displays immaculate delicatesse on her fiddle. The piece is a gorgeous contrast to the previous rackets and again, Jon Lord’s musicality proves its extraordinary range.
Após as polêmicas sobre as últimas performances do YES, resolvemos fazer um Post de uma de nossas bandas preferidas, para resgatar a memória de uma das maiores bandas de Rock Progressivo da história. O YES teve várias formações, porém a formação que mais gostamos e, que na nossa opinião, compôs os melhores discos é: Jon Anderson (Vocal), Chris Squire (Baixo, vocal), Steve Howe (guitarras acústicas e elétrica), Rick Wakeman (Órgão Hammond, piano, RMI 368 Electra-Piano, Mellotron, Moog), Bill Bruford (Bateria, percussão). Entre os álbuns, considero Fragile (1971) uma obra de arte, com músicas, acordes, letras, tudo em grande sintonia. Uma grande inspiração.
Embora, para muitos fâs, a turnê no Brasil tenha decepcionado por não ser um Mega concert, em favor da banda, é bom lembrar que Steve Howe está com 65 anos e Chris Squire está com 64, e mesmo assim, toparam tocar e incluir nos shows, os álbuns The Yes Album , Close to the Edge e Going for the One, realizando um show de três horas para o relativo pequeno público que compareceu.
Estes senhores continuam na ativa e pretendem lançar um novo disco em 2014. E embora façam shows em cruzeiros, e a banda atual parece não ter a expressão do que foi no passado, o YES foi uma das bandas mais marcantes, mais influenciadoras do Rock Progressivo.
Para começar, uma comparação do melhor show do Yes, com o último aqui no Brasil:
Um vinil triplo: “Yessongs”, lançado em 1973, e gravado na tour do grandioso “Close To The Edge”. O disco traz Rick Wakeman em sua melhor forma, mostrando porque é considerado o grande mago dos teclados.
Uma formação quase clássica (apenas o vocalista Jon Davison é um novato em se tratando de Yes), com Geoff Downes (tocou no álbum do Yes "Drama" e tocou com Steve Howe no Asia) retornando aos teclados. Os demais são os feras Chris Squire no baixo e Steve Howe na guitarra, além de Alan White na bateria.
Fonte: Resenha - Yes (Vivo Rio, Rio de Janeiro, 25/05/13)
Bill Bruford:William Scott "Bill" Bruford (17 de Maio de 1949), foi baterista do Yes (link), King Crimsom (link), UK e Genesis (link), entre outros conjuntos de rock progressivo. Bill Bruford trouxe para o rock novos rudimentos, técnicas orquestrais e de jazz. Bruford foi um dos criadores do rock progressivo. Segundo a Digital Dream Door, Bruford é o sétimo maior baterista de rock de todos os tempos. Principal batera do YES, sendo substituído por Alan White de tempos em tempos.
Primeiro álbum solo com Allan Holdsworth (guitarra), John Goodsall (guitarra), Jeff Berlin (baixo), Dave Stewart (teclados) e Kenny Wheeler (flugelhorn). Oálbum foi considerado uma vanguarda do Jazz Progressivo.
Este é o terceiro álbum de Bill Bruford. Foi co-produzido por Ron Malo (Weather Report) e lançado em 1980. Também é consideradoum dos melhores álbuns do gênero Progressivo Rock Fusion...
Chris Squire: Christopher Russell Edward Squire, conhecido como Chris Squire (Londres, 4 de março de 1948), baixista da banda de rock progressivo Yes, da qual é co-fundador e único membro constante. O estilo do baixo de Squire é melódico, dinâmico e agressivo, o qual é sua marca. Ele usa caracteristicamente o baixo Rickenbacker 4001, que junto com seus ajustes pessoais gera um timbre inconfundível. Squire foi considerado o 18º melhor baixista do milênio numa lista divulgada pela revista Guitar há poucos anos.
Solo album lançado durante um período de inatividade do Yes. Com uma força de Bill Bruford e Patrick Moraz, Squire detona no baixo, guitarra e vocais. Também participam Mel Collins no sax e Andrew Pryce Jackman no piano. O álbum é considerado prograssivo, na mesma linha do Relayer, com umas pinceladas de Jazz.
Jon Anderson:Jon Anderson (Accrington, 25 de outubro de 1944) é um cantor, músico multi-instrumentista, compositor e poeta britânico conhecido por seu trabalho como vocalista da banda de rock progressivo Yes. Ele também possui uma extensa carreira solo, tendo gravado vários discos, entre eles a obra-prima "Olias Of Sunhillow", e colaborado com diversos músicos e bandas, como o grego Vangelis, através do projeto Jon & Vangelis, o King Crimson, o brasileiro Milton Nascimento e o também inglês Mike Oldfield. Jon Anderson é vegetariano e místico. Suas letras costumam retratar histórias, livros e temas místicos de escrituras orientais.
De toda a sua obra solo, escolhemos estes discão por ter a participação de Milton Nascimento e Boca Livre. Neste álbum há várias experiências interessantes de Mr. Anderson com vários músicos latinos.
Steve Howe:Stephen James Willian John Howe (8 de Abril, 1947 em Londres) é um músico inglês de rock progressivo, internacionalmente conhecido por seu trabalho como guitarrista da banda Yes. Considerado um dos melhores e mais influentes guitarristas de todos os tempos. Ele também já participou das bandas The Syndicats, Bodast, Tomorrow, Asia e GTR, além de já ter lançado 14 álbuns solo. Falar mais o que de Steve Howe... Os acordes, os solos, as composições, um exímio e competente guitarrista. Para mim, um dos grandes responsáveis pelas belas composições do YES.
Discaço solo de Mr. Howe com vários músicos inclusive Bill Briford, Alan White e Patrick Moraz
Rick Wakeman:Richard "Rick" Christopher Wakeman (Londres, 18 de maio de 1949) é um tecladista de rock progressivo britânico. Ele é um pianista clássico treinado, e tornou-se bastante famoso por sua virtuosidade. Nos primeiros anos de sua carreira ele foi um pioneiro no uso de teclados eletrônicos e seu nome tornou-se sinônimo de tecladista cercado por uma vasta gama de equipamentos. Wakeman alcançou a fama em 1970 tocando com a banda The Strawbs, juntando-se ao Yes em 1971. Ele entrou e saiu da banda pelo menos quatro vezes, reflexo de um relacionamento turbulento com o grupo. Em 2002 ele voltou ao Yes pela quinta vez. Wakeman tem uma carreira solo extremamente longa. Ele também tocou como músico convidado para artistas como Elton John, Brian May, Alice Cooper, Lou Reed, David Bowie, Ozzy Osbourne e Black Sabbath.
Lançado em 1973, é considerado por Rick Wakeman, como o seu primeiro, já que é nele que o artista iniciou propriamente o seu estilo progressivo e sinfônico. Uma curiosidade: Em 1973, Rick Wakeman quis fazer um show sobre o tema do álbum em Hampton Court Palace, um castelo construído por Henrique VIII e teve seu pedido negado. 36 anos depois, no final de 2008, Wakeman foi finalmente convidado formalmente pela realeza britânica para celebrar os 500 anos da ascensão de Henrique VIII ao trono inglês e deu origem ao show "The Six Wives of Henry VIII Live at Hampton Court Palace" lançado em CD, DVD e Blu-Ray em 2009.
Embora tenha feito o post do YES, declaro para os devidos fins que sinto falta do YES com esta formação e a inspiração criativa dos anos 70. Queria ver eles lançando um álbum nesta formação, que lembrasse o poderoso Fragile, o acordiônico Going to the Edge, ou o enérgico e virtuoso Yes Songs. Mas, deixo registrado, uma pequena homenagem a uma das melhores bandas que já ouvi...