Sunday, June 14, 2015

Marillion - 36 Years on the Road


Marillion é uma banda de rock progressivo formada em 1979. Eles são os expoentes mais populares do sub-gênero conhecido como neo-progressivo. A banda foi formada como Silmarillion, inspirada no livro de mesmo nome de J.R.R. Tolkien. Depois de uma alta rotatividade de integrantes nos primeiros anos, Steve Rothery foi o único membro original a permanecer. O nome do grupo foi encurtado depois de uma ameaça de processo feita pela família de Tolkien em 1980.1 O grupo lança seu primeiro compacto em 1982, "Market Square Heroes". Depois do sucesso alcançado, eles lançam seu primeiro álbum em 1983. Até os dias de hoje, já emplacaram 23 hits no UK Singles Chart e, até o ano 2000, já haviam vendido cerca de 14 milhões de álbuns em todo o mundo. Para falar desta banda, vamos dividir o Marillion em duas fases:

1 - A Era Fish:


A banda foi formada em 1979, originalmente como Silmarillion, uma referência ao livro de J.R.R. Tolkien Silmarillion. O nome foi encurtado em 1980 após ameaças de ações legais contra a propriedade intelectual do nome criado por Tolkien. Os primeiro trabalhos do Marillion continham as letras poéticas e introspectivas de Fish, moldados com arranjos musicais complexos e sutis, refletindo as influências claras da banda com o rock progressivo, especialmente de bandas como Pink Floyd, Genesis, Van der Graaf Generator, Rush (principalmente na fase dos anos 1970) e Yes. Lançaram seu primeiro single em 1982, Market Square Heroes no lado A, e que continha o épico Grendel, de 17min., no lado B. 


Em 1983 a banda lançou seu primeiro álbum, Script for a Jester's Tear. Apesar do clima sombrio do disco em si, o álbum surpreende pelos instrumentais bem trabalhados e pela intensidade de sua concepção musical. Para os fãs de rock progressivo mais aficionados, este foi o melhor álbum. A crítica o considera uma referência para todo o gênero progressivo. O segundo álbum, Fugazi (1984), foi construído sobre o sucesso do primeiro álbum e com uma nítida influência de música eletrônica. Lançaram então em novembro de 1984 seu primeiro álbum ao vivo, Real to Reel. O terceiro álbum Misplaced Childhood, de 1985, foi o mais bem sucedido comercialmente da banda. O álbum Clutching at Straws (1987) reforçou o apelo mais melódico dos dois discos predecessores e lidou com temas como o excesso, alcoolismo e a vida na estrada, representando a rotina da banda em suas turnês, o que também acabou resultando na saída de Fish da banda, partindo este para a carreira solo. A perda do líder deixou uma grande marca na banda e a projetou para uma sensível mudança de direcionamento e estilo musicais. Após batalhas legais, o contato entre Fish e os outros quatro membros do Marillion não foi refeito até 1999. Apesar de atualmente estarem em relações cordiais, ambas as partes deixaram claro a impossibilidade em uma reunião da banda nos termos anteriores a 1988.



E alguns álbuns desta primeira fase:




































2 - A Era Hoggart:

Após a divisão, a banda realizou turnê com Steve Hogarth, ex-tecladista e vocalista do The Europeans, preenchendo o lugar de Fish. Hogarth estava em situação complicada, pois a banda já havia gravado alguns demos para o próximo álbum, que se tornaria Seasons End, com Fish nos vocais e suas letras. Hogarth teve que recriar as letras para as canções já existentes juntamente com o autor John Helmer. A turnê mundial de lançamento do álbum "Seasons End" presenteou os brasileiros com uma grande apresentação da banda na segunda edição do Hollywood Rock, em janeiro de 1990, com shows no Rio de Janeiro e em São Paulo. A expectativa era grande, já que a mudança nos vocais da banda tinha sido recente. Mas, Hogarth não decepcionou e foi uma atração a parte. Na música "Incommunicado", por exemplo, a banda adaptou a mesma para que tivesse dois solos de guitarra. No primeiro, o vocalista desligou o microfone sem fio, colocou-o no bolso, e subiu os andaimes de sustentação do palco e, lá de cima, sob os olhares assustados do público e da produção, continuou a interpretação da música. Ele repetiu o procedimento, durante o segundo solo, e quando chegou ao palco, encerrou a música aos gritos de aclamação do público brasileiro. Enquanto isso, os demais membros da banda tocaram seus instrumentos, como se nada tivesse acontecido.


O segundo álbum de Hogarth com a banda, Holidays in Eden, foi o primeiro que ele escreveu em parceria com a banda, e inclui a canção Dry Land, que Hogarth já havia escrito e gravado em projeto anterior com a banda How We Live. Holidays In Eden é considerado por muitos como o álbum mais comercial do Marillion, contendo muitas faixas adequadas ao formato de rádio. Entretanto, seu sucessor foi Brave, um extenso e bem amarrado álbum conceitual que exigiu da banda dezoito meses para ser lançado. Ele também marca o início do relacionamento do Marillion com o produtor musical Dave Meegan. Um filme independente baseado no álbum, que contava com a presença da banda, também foi lançado. Enquanto aclamado pela crítica, não obteve sucesso comercial, mas é atualmente considerado um dos melhores álbuns de rock progresivo lançado nos anos 1990. Com Steve Hoggarth, o Marillion segue uma carreira de muito sucesso, com uma legião de fãs, que sempre suportaram a banda, quando necessário. 




Alguns álbuns:


























Peter's Gift
"This is a 3-CD set of material taken from the writing sessions for Marbles. The material was recorded in stereo only, onto DAT tape format. The sound quality varies from track to track, as all these recordings were made solely as a reference for ourselves to use throughout the writing sessions - they were made "for our ears only." We had no control over the balance of the instruments once recorded, so if some tracks seem excessively noisy, the balance of the instruments is a bit strange, or you hear some odd pops or clicks, it's not a faulty CD! Please keep this in mind when listening." (http://www.marillion.com/shop/albums/makingofmarbles.htm)



Friday, June 12, 2015

Deep Soul Inferno


Goldmine label compilations can be a bit patchy but 'Deep Soul Inferno' doesn't miss a beat - it's easily as good as the first (and best) volume of Ace's 'Dave Godin's Deep Soul Treasures' series, which set the standard for the entire genre. There are few 'names' here except Gloria 'Tainted Love' Jones, and maybe Spencer Wiggins and Otis Clay, but as the Dave Godin CDs prove, obscurity is often the hallmark of quality - these songs were simply too intense to be hits. It's out of print but well worth tracking down. http://www.amazon.co.uk/Deep-Soul-Inferno-Brown-Compilation/dp/tracks/B00004TK1T/ref=dp_tracks_all_1#disc_1 )









1. One Hurt Deserves Another - The Fabulous Fiestas
2. I'll Go Crazy - Tony Ashey
3. I'm Still in Love With You - Grover Mitchell
4. That's How It Is - Otis Clay
5. Where Is My Baby - Jimmy Lewis
6. I Don't Mess Around - Jeannie Reynolds & The Re-Leets
7. Sound Off - Fred Briggs
8. I'll Try To Do Better - Kim Tolliver
9. This Heart Is Haunted - Lee Jones & The Sounds Of Soul
10. I've Got To Cry - Chris Hamilton
11. I Want To Come Home - Arthur Freeman
12. I Shed A Tear - Bobby Barnes
13. You Sure Know How To Make A Man Feel Good - Donald Height
14. Thunder in My Heart - Timmy Shaw
15. When He Touches Me - Gloria Jones
16. My Pride - James Dee And A Piece Of The Action And The Primettes
17. Mr. Independent - The Soul Twins
18. I Can't Be Satisfied - Spencer Wiggins
19. Unsatisfied Man - Ebony Essence
20. I Don't Need You No More - George Jackson
21. Oh Lord! - Milt Matthews



ENJOY!!!!!

Wednesday, June 10, 2015

Howling Black Soul - Rock Power Trio


Howling Black Soul are a power-house trio like they used to do. 'Free' meets 'Black Sabbath' with a 1972 valve amp thrown in for good measure. Howling Black Soul initially sprang from a shared obsession for bands such as Led Zeppelin, Free, Cream, Jimi Hendrix, Rolling Stones, Black Sabbath and other late 60’s/early 70’s music and the dark art of the blues specialists. They felt that this type of music was not being produced any more so decided to do something about it. Their sound is steeped in blues and maintains that retro groove of the late 60s/early 70s; however, they have managed to put their own spin on this classic genre and remain current offering something new. Currently touring and promoting our debut album available on www.howlingblacksoul.bandcamp.com/releases...





Monday, June 8, 2015

Funky 80's - Only the Best & Rare Music


Uma coletânea bem legal de Funk Music, mais dançante, já tendo alguma influência da Disco Music.






1. G.C. Cameron - Wait until tomorow
2. Gloria Gaynor - Runaround love
3. Thomas McClary - Contagious
4. Shine - I love this feeling
5. Rockie Robbins - I've got your number
6. Black Ivory - You are my lover
7. Ren Woods - Get it right
8. Midnight star - Make time to fall in love
9. Unllunda McCullough - Men kiss and tell
10. Ruth Dawes - I love only you
11. Margie Joseph - Big strong man
12. Omni - Out of my hand
13. Jonathan Butler - Overflowing
14. Aura - Like I like it

16. Yarbrough and People - Guilty


1. Ron Richardson - Ooh wee babe
2. Deco - Fresh idea
3. Michael Lovesmith - Sweetness
4. Spank - Classy lady
5. Atkins - Power of the boogie
6. B.T. Express - Let me be the one
7. Jennifer Holliday - Heartstrings
8. Linda Tillery - Count of me
9. Push - My heart
10. Peabo Bryson - Go for it
11. Roy Hamilton - Hold on tight
12. William Bell - Whatever you want
13. Kenny Smith - Watching you
14. Wyndchymes - Festival
15. The Human Body - Keep your head up
16. 9Th Creation - Maybe
17. Pictures - I'm gonna see you through




Track List CD-1:

1. Larry Joseph Project - You're The Best
2. Amuzement Park - So Inspired
3. Dave Valentin - Pied Pipper
4. Chazz - Sassy Style
5. Finesse - Together
6. Flower - Someone Special
7. Frederick - Movin On
8. Pleasure - Give It Up
9. Main Ingredient - Party People
10. The Manhatthans - This Love Is Real
11. Ramsey Lewis - Closer Than Closer
12. Robin Angel - Love Shine
13. Ronnie McNeir - Keep Giving My Love
14. Velvet Touch - Mystery Lady
15. Gonzales - Fell In Love
16. B.O.F. - I've Got Your Number
17. Brothers In Christ - God's Armor


Track List CD-2:

1. Nollen & Crossley - Ready Or Not
2. Kitty Haywood - Givin' It Up
3. Eddie Kendricks - I'm In Love With You
4. Future Flight - Dues
5. Jeff Lorber - Don't Say Yes
6. Jeffrey Osborne - Don't You Get So Mad
7. Johnnie Taylor - Seconds Of Your Love
8. KC And The Sunshine Band - Party With Your Body
9. Mirage - Summer Grooves
10. The Waters - Dance With Me
11. The Live Band - A Chance For Hope
12. Norwood B. - Your On The One
13. Towzone - Be Your Lover
14. EBO - Prime Time
15. TS Monk - Can't Keep My Hands To Myself
16. Kooly - Count 2-3
17. Byron Miller - Got To Get It Right.



Para ouvir e DANÇAR!!!!




Saturday, June 6, 2015

Dream Theater - Progressive Metal


Dream Theater (às vezes abreviado como DT) é uma banda de metal progressivo oriunda dos Estados Unidos e formada em meados dos anos 80. Tornaram-se numa das bandas do movimento progressivo, desde o auge do rock progressivo em meados dos anos 70. A banda é conhecida por ter músicos de excelente capacidade de composição e execução que ganharam vários prêmios por revistas especializadas. Colaboram com vários outros músicos de renome. Por exemplo, John Petrucci foi nomeado como o terceiro guitarrista do G3, juntamente com Steve Vai e Joe Satriani, seguindo a trilha de guitarristas como Eric Johnson, Robert Fripp e Yngwie Malmsteen. A banda entrou em turnê com diversas outras bandas, que incluem Iron Maiden, Joe Satriani, Marillion, Kansas, In Flames, Pain of Salvation, Porcupine Tree, Queensrÿche, Fear Factory, Enchant e Symphony X.


A banda foi fundada em meados da década de 1980, por alunos da "Berklee College of Music". Inicialmente formado por John Petrucci (guitarra) e John Myung (baixo), que depois conheceram Mike Portnoy (bateria) e decidiram fundar uma banda. Posteriormente chamam o vocalista Chris Collins e o tecladista Kevin Moore para completarem o grupo. Antes de se chamarem Dream Theater, sugestão do pai de Mike e nome de uma sala de espetáculos na Califórnia, eram conhecidos por Majesty. Este nome surgiu durante um concerto do Rush, durante a sua turnê Power Windows. John Petrucci, John Myung e Mike Portnoy dormiram na rua para poderem comprar ingressos para assistir ao espetáculo e ao ouvirem a canção Bastille Day surge o comentário de que aquela música era majestosa, ficando assim o nome. Contudo, descobriu-se que já existia uma banda de jazz com o mesmo nome. A banda lançou a sua primeira demo com seis músicas, uma amostra de seu metal progressivo com referências da música clássica que influenciaria muitas bandas no futuro. Após isso eles demitem o vocalista Chris Collins, que não conseguiu se adaptar ao estilo que a banda procurava. Para substituí-lo chamaram Charlie Dominici, e com essa formação gravaram o primeiro disco da banda, intitulado When Dream and Day Unite. O disco foi bem aceito pela crítica e bem difundido nas rádios, que possibilitou um reconhecimento dos fãs e shows em pequenos clubes, sempre lotados.


Novamente, por diferenças musicais e por ser bem mais velho do que os outros integrantes, despediram seu vocalista. Por um bom tempo não tiveram um vocalista fixo, mas mesmo assim não cessaram de compor novas músicas, nem de fazer apresentações mesmo instrumentais. As músicas instrumentais compostas dariam origem ao álbum Images and Words. Nesse período pela banda passaram no vocal John Arch, Steve Stone e Chris Cintron. Mas finalmente surgiria o vocalista ideal. Era Kevin Labrie, o vocalista da banda canadense Winter Rose. A partir de então se juntou a banda adotando o nome de James Labrie, no intuito de evitar confusões com Kevin Moore e não deixar a banda com dois Kevins e dois Johns. Em 1992, lançaram o Images and Words e então foram convidados para abrir alguns shows do Iron Maiden. Tiveram uma excelente recepção pela MTV e estouraram as vendas de “Images and Words” no Japão, levando a banda a fazer sua primeira turnê mundial. Quando estavam gravando o terceiro disco o tecladista Kevin Moore resolveu abandonar a banda para seguir carreira solo. Sem um substituto para Kevin, terminaram as gravações de Awake (álbum que contém a faixa "The Silent Man") (900.000 CDs vendidos), que rapidamente conquistou o mercado americano e europeu. Pouco depois o lugar de Moore seria ocupado por Derek Sherinian (que havia tocado em turnês com o Kiss e Alice Cooper).


Em 1995 foi lançado o EP A Change of Seasons, contendo a gigantesca faixa homônima (com seus 23:09 minutos) e ainda alguns covers: Funeral For a Friend/Love Lies Bleeding, de Elton John, "Perfect Strangers", do Deep Purple, as fusões de The Rover, Achilles Last Stand e The Song Remains The Same, do Led Zeppelin, e de In The Flesh?, Carry On My Wayward Son, Bohemian Rhapsody, Lovin Touchin, Squeezin, Cruise Control e Turn It On Again, respectivamente do Pink Floyd, Kansas, Queen, Journey, Dixie Dregs e Genesis) gravados ao vivo no Ronnie Scott's Jazz Club, em Londres. O quarto álbum, Falling into Infinity, chegou em 1997 com músicas um pouco mais melódicas, não tão agressivas quanto Awake. O disco apresenta um Dream Theater mais focado em canções (com passagens instrumentais tradicionais ainda) e acessibilidade devido a pressão da gravadora para que a banda tivesse sucesso comercial. O tiro saiu pela culatra, embora o disco mesmo em suas canções mais acessíveis seja excelente. Na verdade, é incorreto dizer que Derek Sherinian influenciou a banda a compor canções mais comerciais, já que ele compôs as partes mais técnicas do álbum. Basta também ver os discos solo do tecladista. Devido à pressão da gravadora, Mike Portnoy quis deixar a banda, mas foi convencido a ficar, já que ainda havia a turnê do álbum a ser realizada. No entanto, conforme já mencionado trata-se de um álbum excelente. Antes de o disco sair, a banda entrou em tour, inclusive passando pelo Brasil, em 1997. Em 1998, a banda lançou seu segundo disco ao vivo, 'Once In a Live Time. Um vídeo, nomeado 5 Years in a LiveTime surgiu também, com os principais momentos da banda nos últimos 5 anos. Após isso, o Dream Theater revelou que estava trocando de tecladista, alegando que com o disco ao vivo estavam encerrando uma fase de sua história e, por fim, inserindo Jordan Rudess no lugar de Derek.


Como toda grande banda, o Dream Theater teve seus altos e baixos, mas segue em frente... Hoje com a formação:
John Petrucci – guitarra, backing vocals (1985–presente)
John Myung – baixo, chapman stick (1985–presente)
James LaBrie – vocais (1991–presente)
Jordan Rudess – teclado, continuum fingerboard, keytar, harpejii, guitarra lap steel, aplicativo de música para iPad (incluíndo MorphWiz & GeoSynth), aplicativo Bebot para iPhone, seaboard (1999–presente)
Mike Mangini – bateria, percussão (2011–presente)





Um sonzaço, um Progressivo pesado, ou um metal mais progressivo, com músicos de primeira qualidade. Gosto de todos os álbuns. Seguem alguns...



Metropolis Pt. 2: Scenes from a Memory é o quinto álbum de estúdio lançado pela banda Dream Theater, em 1999. É o primeiro álbum da banda com a participação de Jordan Rudess no teclado. Trata-se de um álbum conceitual sobre o personagem Nicholas e a descoberta sua vida passada. A história é uma continuação da canção "Metropolis Pt. 1: The Miracle And The Sleeper", presente no segundo álbum da mesma banda, Images and Words. Entretanto, a intenção da banda não era escrever a segunda parte da canção, apesar da adição de "Pt. 1". Somente após pedidos de fãs que os integrantes decidiram continuar o trabalho. A idéia inicial era escrever outra canção ao invés de um álbum inteiro. Durante as sessões de gravação de Falling into Infinity em 1996 e 1997 a obra começou a ser desenvolvida. A banda gravou então uma sessão de 23 minutos com Derek Sherinian no teclado para ser desenvolvida posteriormente. Quando a banda voltou das turnês para trabalhar seu próximo álbum, retornaram à gravação anterior como base. Enquanto a banda estava em turnê após o lançamento do álbum, a obra era executada por completo. Em 2000, o concerto final na América do norte foi gravado e lançado em CD como Live Scenes from New York, e em DVD como Metropolis 2000: Scenes from New York. As influências de Scenes from a Memory incluem o ópera rock Tommy do The Who e os álbuns The Lamb Lies Down on Broadway do Genesis, Amused to Death de Roger Waters, OK Computer do Radiohead, Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band do The Beatles, Misplaced Childhood do Marillion, The Wall e The Final Cut, ambas do Pink Floyd. Quase todos essas obras são também álbuns conceituais (exceto por OK Computer). Raramente existem pausas entre as canções, resultando em um efeito melhor de que de fato o álbum é uma história, somente separada em diferentes partes.
Metropolis Pt. 2: Scenes from a Memory é considerado um dos melhores álbuns da banda até a atualidade.







 Cover feito pelo Dream Theater, uma grande banda de Heavy Metal Progressivo (Prog Metal). Esta banda simplesmente adora Pink Floyd e no Dvd desse show o baterista Mike Portnoy aparece completemente emocionado, tocando as músicas do Dark Side...


Thursday, June 4, 2015

Robert Palmer - English singer-songwriter and musician


Robert Allen Palmer (19 January 1949 – 26 September 2003) was an English singer-songwriter and musician. He was known for his distinctive soulful voice, eclectic mix of musical styles on his albums, combining soul, jazz, rock, pop, reggae and blues and sartorial acumen. He found success both in his solo career and with Power Station, and had Top 10 songs in both the UK and the US. His iconic music videos directed by British fashion photographer Terence Donovan for the hits "Addicted to Love" and "Simply Irresistible" featured identically dressed dancing women with pale faces, dark eye makeup and bright red lipstick, which resembled the women in the art of Patrick Nagel, an artist popular in the 1980s. Palmer's involvement in the music industry commenced in the 1960s, covered four decades and included a spell with Vinegar Joe.


In 1970, Palmer joined the 12-piece jazz-rock fusion band Dada, which featured singer Elkie Brooks. The band lasted a year, after which Brooks and Palmer formed the critically acclaimed but commercially unsuccessful rhythm and blues group, Vinegar Joe; Palmer sang and played rhythm guitar. Signed to the Island Records label, they released three albums: Vinegar Joe (1972), Rock 'n' Roll Gypsies (1972) and Six Star General (1973), before disbanding in March 1974.




Island Records signed Palmer to a solo deal in 1974. His first solo album Sneakin' Sally Through the Alley recorded in New Orleans, Louisiana in 1974, was heavily influenced by the music of Little Feat and the funk fusion of The Meters who acted as backing band along with producer/guitarist Lowell George of Little Feat. Although unsuccessful in the UK, both the album and single reached the Top 100 in the US.[5] Notably, "Sailin' Shoes" (the album's first track), Palmer's own "Hey Julia" and the Allen Toussaint–penned title track carry virtually the same rhythm, and were packaged on the album as a "trilogy" without a pause between them. After relocating with his wife to New York City, Palmer released Pressure Drop, named for the cover version of the reggae hit by Toots & the Maytals, in November 1975 (featuring Motown bassist James Jamerson). An album infused with his interests in reggae and rock music,[2] it was noted for its cover art of a nude woman on the threshold of a balcony, rather than any commercially successful songs. He toured with Little Feat to promote the album...











Duran Duran went on hiatus, and their guitarist, Andy Taylor, and bassist, John Taylor, joined former Chic drummer, Tony Thompson, and Palmer to form Power Station. Their eponymous album, recorded mainly at the New York recording studio for which the band was named, with overdubs and mixing at Compass Point Studios in Nassau, Bahamas, reached the Top 20 in the UK and the Top 10 in the US. It spawned two hit singles with "Some Like It Hot" (US #6) and a cover of the T. Rex song "Get It On (Bang a Gong)", which peaked one position higher than the original at US No. 9. Palmer performed live with the band only once that year, on Saturday Night Live. The band toured, and played Live Aid, with singer Michael Des Barres after Palmer bowed out at the last moment to go back into the recording studio to further his solo career.









Palmer recorded the album Riptide at Compass Point Studios in 1985, recruiting Thompson and Andy Taylor to play on some tracks plus Power Station record producer Bernard Edwards, who worked with Thompson in Chic, to helm the production. Riptide featured the US No. 1 and UK No. 5 single "Addicted to Love". The single was accompanied by a memorable and much-imitated music video, directed by Terence Donovan, in which Palmer is surrounded by a bevy of near-identically clad, heavily made-up (and appropriately pouty) female "musicians," either mimicking or mocking the painting style of Patrick Nagel. In September 1986, Palmer performed "Addicted to Love" at the 1986 MTV Video Music Awards in Los Angeles. In 1987, he won the Grammy Award for Best Male Rock Vocal Performance for "Addicted to Love". At the 1987 Brit Awards, Palmer received his first nomination for Best British Male. Another single from Riptide, his cover of Cherrelle's "I Didn't Mean to Turn You On", also performed well (US#2, UK#9).[5] Another song, "Trick Bag," was written by one of his major influences, New Orleans jazz artist Earl King.















Palmer died in a Paris hotel room from a heart attack on 26 September 2003 at the age of 54. He had been in the French capital after recording a television appearance in London for Yorkshire TV, a retrospective titled "My Kinda People". He was survived by his parents, his son Jim and daughter Jane, and by his girlfriend Mary Ambrose. Among those who paid tribute were Duran Duran, stating; "He was a very dear friend and a great artist. This is a tragic loss to the British music industry




Tuesday, June 2, 2015

Kaoll - Jazz Rock (Brasil)


Criado em meados de 2008, o grupo Kaoll tem como objetivo a valorização e difusão da música instrumental ao grande público através de um trabalho conceitual na linha jazz-rock. Influenciado por grupos dos 70, em seus primeiros anos a banda desenvolveu a parceria “Kaoll & Lanny Gordin” contando com a presença ilustre do guitarrista tropicalista na divulgação do álbum “Kaoll 04” (2008) e na gravação e divulgação do álbum “Auto-Hipnose” (2010) que resultou em mais de 100 apresentações realizadas em diversos estados e um número significativo de cópias vendidas e downloads gratuitos. A partir de 2012, o Kaoll inicia circulações com o espetáculo “In the Flesh: Kaoll interpreta Pink Floyd” onde faz releituras em cronologia de clássicos do grupo inglês, grande referência do grupo.


Com o lançamento do álbum “Odd”, o trio guitarra, flauta e bateria afirma uma postura mais direta, setentista e experimenta formações com convidados. A faixa “Aquiles Barbecue” contou com a colaboração do lendário contrabaixista Billy Cox, das bandas de Jimi Hendrix, e o disco também traz participações do percussionista João Parahyba (Trio Mocotó), Paulo Garfunkel no clarone e clarinete, Ricardo Vignini nas violas (Moda de Rock), Gabriel Costa (Violeta de Outono) e Ney Haddad (Mobilis Stabilis) nos contrabaixos, Fábio Ribeiro (Angra) nos teclados e pianos, entre outros colaboradores. Com pegada estradeira, o disco revela as influências de Jimi Hendrix, Marco Antônio Araújo, Led Zeppelin, King Crimson, Jethro Tull e Black Sabbath.

O site da banda é bem legal, com shows e álbuns... (http://kaoll.com/blog/)




KAOLL LANÇA NOVO ÁLBUM COM PARTICIPAÇÃO ESPECIAL DE BILLY COX

GRUPO INSTRUMENTAL APRESENTA TERCEIRO TRABALHO DE ESTÚDIO
O grupo Kaoll renova seu jazz rock autoral com o lançamento de “Odd”, álbum setentista onde o trio guitarra, flauta e bateria experimenta formações com convidados especiais.
A faixa “Aquiles Barbecue” contou com a colaboração do lendário contrabaixista Billy Cox, das bandas de Jimi Hendrix, além das participações especialíssimas do percussionista João Parahyba (Trio Mocotó), Paulo Garfunkel no clarone e clarinete, Ricardo Vignini nas violas (Moda de Rock), Gabriel Costa (Violeta de Outono) e Ney Haddad (Mobilis Stabilis) nos contrabaixos, Fábio Ribeiro (Angra) nos teclados e pianos, entre outros colaboradores.
“Odd” é inspirado pelo contato com o público nas excursões sonoras que o Kaoll vem realizando pelo país desde 2008 na circulação dos projetos “Kaoll & Lanny Gordin” e “Kaoll interpreta Pink Floyd”. Com pegada estradeira, o disco revela as influências de Jimi Hendrix, Marco Antônio Araújo, Led Zeppelin, King Crimson, Jethro Tull e Black Sabbath.



Uma super banda que descobrimos a pouco tempo, com uma sonzeira que lembra Focus, Jethro Tull entre outros monstros do Prog Rock. Vale a pena!




Gravado e produzido por Bruno Moscatiello,  “Kaoll 04” é um disco solo do guitarrista que representa o marco inicial da história da banda. Com a necessidade de apresentar o trabalho ao vivo, resultou na montagem e criação do grupo “Kaoll & Lanny Gordin”.  Inspirado nos métodos de gravação do disco “Lanny Gordin” de 2001, apresenta guitarras sobrepostas, pesquisas experimentais e introspecções permeadas por climas, ambiências e paisagens sonoras psicodélicas. O download disponibiliza a bonus-track “Horizontes” (Ao vivo com Lanny Gordin). 

Mais álbuns:


BRUNO MOSCATIELLO – GUITARRA/GUITAR
YURI GARFUNKEL – FLAUTA TRANSVERSAL/FLUTE
DOKTER LEO – BATERIA/DRUMS