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Tuesday, June 26, 2018

Focus - Progressive Rock


Back in 2002, Dutch progressive rock legends Focus reformed and recorded what would be known as their album Focus 8, and shortly thereafter the band would embark on a tour that took them around the world, including South America. During their trip to South America, the band went into the studio for a series of sessions with producer Marvio Ciribelli, as well as Brazilian musicians Arthur Maia (bass), Mario Sève (sax), Sergio Chiavazzoli (guitars), Rogerio Fernandes (bass), Amaro Junior (drums), Flavio Santos (percussion), Mylena Ciribelli (vocals), FabianoSegalote (trombone, vocals), Marcio Lott (vocals), Thais Motta (vocals), and Marcio Bahia (drums, vocals), who joined the regular Focus line-up of Thijs van Leer (organ, flute, vocals), Jan Dumée (guitars), Bobby Jacobs (bass), and Pierre Van Der Linden (drums, percussion) to record a set of previously unreleased material, now finally being released as Focus 8.5/Beyond the Horizon.

Blending Focus' normal symphonic prog rock influences with the South American Latin jazz flavors makes for a very pleasing and upbeat listen throughout this enjoyable CD. Van Leer's soaring flute is an instant grabber on the lengthy opener "Focus Zero", as jazz-fusion and bring collide with some sizzling results, while the groove laden "Hola, Como Estas?" will get your toes tapping as the Latin elements really come into play. "Rock 5" sees members of both ensembles putting their heads together for a rocking yet jazzy good time, and the alluring "Millenium", written by Dumée, lets the guitarist take front and center with some gorgeous jazz guitar lines before van der Linden & Bahia tear into a wild dual drum solo, eventually leading all the musicians into an intricate & satisfying conclusion. The more atmospheric "Inalta" features some great rhythms and outstanding lead flute from van Leer, proving to the world that there is more than Ian Anderson as far as that instrument goes in the word of progressive rock. Bahia and van der Linden go it alone on the extended drum workout "Talking Rhythms" , and Jacobs' leathery bass lines glide alongside some nimble percussion, ethereal female vocals, and flute on the dreamy"Surrexit Christus" to close things out.

Not necessarily a typical Focus album per se, Focus 8.5/Beyond the Horizon brings the band together with some incredible South American musicians for sensational results. If '70s styled symphonic rock blended with jazz fusion and Latin rhythms sounds appealing to you, then what are you waiting for?

Line-up / Musicians
- Thijs van Leer / piano (1,2), Hammond (2), flute (1,5,7), voice & whistling (2), arrangements (1,2,7)
- Jan Dumée / guitar (2,4)
- Bobby Jacobs / bass (2,3,7)
- Pierre Van Der Linden / drums (1,4,6,7), bass drum (7), voice (6)

With:
- Sérgio Chiavazzoli / acoustic & electric guitars (1,3,5)
- Marvio Ciribelli / keyboards (1), piano (3,5,7), Rhodes electric piano (4), Hammond (5), arrangements (3,5), chorus vocals (2)
- Mário Sève / flute (7), saxophone
- Marcelo Martins / flute (3)
- David Ganc / flute (7)
- Fabiano Segalote / trombone (3,5), voice (5)
- Arthur Maia / bass (1)
- Rogério Fernandes / bass (4,5)
- Marcio Bahia / drums (2,4,6,7), Fx (5), voice (5,6)
- Amaro Júnior / drums (3,5), percussion (3,4)
- Flávio Santos / percussion (3-5)
- Thaís Motta / vocals (2,3,7)
- Mylena Ciribelli / vocals (2,3,5), Fx (5)
- Marcio Lott / voice (2)

Releases information
The album was recorded in between South American 2005 tour commitments, and every track is a previously unreleased composition by the members of Focus or producer MARVIO CIRIBELLI.



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Saturday, February 16, 2013

Progressive Rock III


O Rock Progressivo se iniciou no final dos anos 60. Estimuladas pelo movimento psicodélico, algumas bandas passaram a fazer músicas mais experimentais, mais complexas, mais obscuras. Bandas como Yes, Pink Floyd, Genesis se iniciaram nesta época e atingiram seu auge, sua maturidade na década seguinte, produzindo verdadeiras obras primas, consolidando o gênero e atraindo uma multidão de fãs. Na minha modesta opinião (não sou um entendido), as músicas que mais refletiram o que foi o Rock Progressivo e que se tornaram mais famosas foram: "Roundabout" do Yes, "Karn Evil 9"(principalmente a 1st impression, pois a 2nd e 3rd impression são solo de piano e bateria.), "The Knife" do Genesis, "Proclamation" do Gentle Giant, "Echoes" do Pink Floyd, "Aqualung" do Jethro Tull e "21st Century Schizoid Man" do King Crimson.


Na década de 80, o Rock Progressivo traz novas bandas, chamadas de Neoprogressivo. Os melhores representantes desta época são Marillion, Pallas e Saga. (Já postados em Rock Progressivo II e Marillion ). O Marillion em sua primeira fase (com Fish), lembra muito Genesis com Peter Gabriel. O som é mais pesado e as letras são simplesmente fantásticas.



Nos anos 1990 outras bandas começaram a reviver o estilo com a chamada third wave, composta por bandas como os suecos The Flower Kings, os ingleses Porcupine Tree, os escandinávo e os americanos Spock's Beard e Echolyn, que incorporaram o rock progressivo no seu estilo único e eclético. apesar de não soar igual, tais bandas estão muito relacionadas com os artistas da década de 1970, considerados por alguns inclusive uma fase retrô do estilo.
Enquanto isso (da metade da década de 1980 em diante para ser mais exato), estava havendo o surgimento do metal progressivo, um estilo comercialmente bem sucedido que uniu vários elementos do rock progressivo ao heavy metal. Isso trouxe para o estilo uma maior técnica, fruto de uma aprendizagem acadêmica, capacitando-as a explorar músicas longas e álbuns conceituais. Bandas do estilo incluem Dream Theater, Fates Warning, Tool, Symphony X, Queensrÿche (Estados Unidos), Ayreon (Países Baixos), Opeth, Pain of Salvation, Ark, A.C.T (Suécia), Spiral Architect, Circus Maximus, Conception(Noruega), e no Brasil, o Mindflow. Bandas da década de 1970 frequentemente citadas como referência para o metal progressivo coincidem com as mais bem sucedidas, tais como Yes, Rush, Pink Floyd e Genesis.
No trabalho de grupos contemporâneos como os Radiohead e bandas post rock como Sigur Rós e Godspeed You! Black Emperor, estão presentes alguns dos elementos experimentais do rock progressivo. Entre os músicos mais experimentalistas e de vanguarda, o compositor japonês Takashi Yoshimatsu cita o rock progressivo como sendo a sua primeira influência.
Na última década e meia surgiram, no mundo inteiro, vários festivais dedicados ao género. Como exemplo cite-se o prestigiado festival português Gouveia art rock que se realiza desde 2003 e é já considerado um evento de referência em todo o mundo.



Seguem algumas bandas de Progressivo, Neo progressivo, Metal Progressivo e etc... Às vezes me perco nestas classificações e resumo tudo a uma sonzeira muito boa... Espero que gostem!!!!

Ayreon is a musical project by Dutch songwriter, singer, multi-instrumentalist musician and record producer Arjen Anthony Lucassen. Ayreon's music is mostly heavy metal and progressive rock but combines them with genres like folk, classical and electronica. The majority of Ayreon's albums are dubbed "rock operas" because the albums contain complex storylines featuring a host of characters, usually with each one being represented by a unique vocalist.

Ayreon's music is characterized by the use of traditional instruments in rock music (guitars, bass guitar, drums, analogue synthesizers, electric organs) mixed with instruments more native to folk and classical music (e.g. mandolins, violins, violas, celli, flutes, sitars and didgeridoo). Lucassen writes the music and the lyrics, sings and plays most of the instruments on all of the Ayreon albums, alongside many guest musicians. His most regular collaborator is drummer Ed Warby.







Dream Theater é uma banda de metal progressivo oriunda dos Estados Unidos e formada em meados dos anos 80. Tornaram-se numa das bandas do movimento progressivo mais bem sucedidas desde o auge do rock progressivo em meados dos anos 70. 

Dream Theater também é conhecido por sua versatilidade em estilos musicais, o que tornou possível à banda entrar em turnê com diversas bandas, que incluem Iron Maiden, Joe Satriani, Marillion, Kansas, In Flames, Pain of Salvation, Porcupine Tree, Queensrÿche, Fear Factory, Enchant e Symphony X.
Neste ábum (bootleg), em algumas músicas, há a participação de Steve Howe (Yes).







Opeth é uma banda sueca de Progressive Metal de Estocolmo. Enquanto seu estilo é enraizado no death metal escandinavo, Opeth tem consistentemente incorporado influências de folk, jazz e blues dentro de suas composições geralmente longas. Muitas composições incluem interlúdios de violão e fortes dinâmicas, bem como ambos vocais gutural e limpo. Um som diferente, e muito bom, para agradar os véios e os novos.








Porcupine Tree é uma banda britânica formada em Hemel Hempstead, Hertfordshire, Inglaterra. É o projeto musical de maior sucesso e projeção do músico Steven Wilson, como evidenciado pela popularidade da banda. É constituída por uma mistura de rock progressivo, rock psicadélico, experimentalismo avant garde e heavy metal. Apesar disso, o vocalista Steven Wilson não possui a mesma opinião. Ele cita que a música de sua banda é muito simples, sem elementos complexos. A complexidade está na produção, na maneira como os álbuns são construídos.




Tool is an American rock band from Los Angeles, California. Formed in 1990, the group's line-up has included drummer Danny Carey, guitarist Adam Jones, and vocalist Maynard James Keenan. Since 1995, Justin Chancellor has been the band's bassist, replacing their original bassist Paul D'Amour. Tool has won three Grammy Awards, performed worldwide tours, and produced albums topping the charts in several countries.
The band emerged with a heavy metal sound on their first studio album, Undertow (1993), and later became a dominant act in the alternative metal movement with the release of their second effort, Ænima, in 1996. Their efforts to unify musical experimentation, visual arts, and a message of personal evolution continued with Lateralus (2001) and the most recent album, 10,000 Days (2006), gaining the band critical acclaim and commercial success around the world.
Due to Tool's incorporation of visual arts and very long and complex releases, the band is generally described as a style-transcending act and part of progressive rock, psychedelic rock and art rock. The relationship between the band and today's music industry is ambivalent, at times marked by censorship and the band members' insistence on privacy.


E para reverenciar o passado, os grandes influemciadores/criadores do Rock Progressivo, uma banda clássica:




BANZAI


Visite também e compare:

Rock Progressivo I

Rock Progressivo II

Saturday, January 19, 2013

Hammond Music



O órgão Hammond é um órgão eletro-mecânico desenvolvido e construído por Laurens Hammond em torno de 1934. Enquanto originalmente vendido para igrejas como uma alternativa de baixo custo ao órgão de tubos, acabou sendo usado para o jazz e o blues, e então para uma extensão do rock and roll (nas décadas de 1960 e 1970) , música gospel. No reggae também foi muito utilizado, nas produções feitas antes mesmo do que conhecemos por reggae em meados da década de 1960 no fim, e no início da década de 1970. Um gênero que muito utilizava arranjos bem trabalhados no Hammond era o Skinhead Reggae, nada mais do que o reggae cru na sua primeira forma.

Laurens Hammond visava que seus órgãos substituíssem os órgãos de tubos e o piano para residências de classe média e para uso em estações de rádio. Nos primeiros anos de produção foi isso que aconteceu, mas na década de 1950 músicos de jazz como Jimmy Smith começaram a usar o som distinto do instrumento. Na década de 1960 o Hammond tornou-se popular entre grupos de pop. Ele foi parte relevante do som inovador das bandas de rock Deep Purple e Uriah Heep no início da década de 1970, quando teve seu ápice de popularidade, até a proliferação dos sintetizadores, em especial os polifônicos.





Há uns tempos atrás, vi um post da Consultoria do Rock tão bacana que resolvi reproduzí-lo aqui no Valvulado. Também sou um grande admirador dos orgãos Hammond, e curto demais as bandas que o usam. Segue o post com o link abaixo. Parabéns Consultoria do Rock pelas excelentes informações e resenhas.
(http://consultoriadorock.blogspot.com.br/2012/11/cinco-discos-para-conhecer-o-hammond-no.html#!/2012/11/cinco-discos-para-conhecer-o-hammond-no.html)


Cinco discos para conhecer "O Hammond no Rock"
Por Ronaldo Rodrigues


Hoje esse nome pode ser até desconhecido, mas tempos atrás ele era um dos teclados mais cobiçados e utilizados pelos tecladistas do universo do rock. Até a entrada dos anos 80, das bandas que utilizavam teclados (e até de várias que não contavam com tecladistas fixos) é possível contar nos dedos quantas bandas não tenham utilizado ao menos uma vez os lendários órgãos Hammond e sua sonoridade característica e icônica. Seja no rock pesado, progressivo, experimental, jazz, blues, pop, soul, funk, folk, os órgãos Hammond marcaram época. Ainda mais com a dobradinha que fizeram com os amplificadores Leslie, um tipo bastante distinto de caixa de som, que ajudou o Hammond a ter uma sonoridade fantástica e muito cativante.

Criado com intuito litúrgico, para substituir as pesadas estruturas dos órgãos de tubos das igrejas, o órgão Hammond acabou caindo no gosto popular devido ao uso maciço por alguns músicos do jazz apaixonados por sua sonoridade leve, como Jimmy Smith, que difundiu seu timbre no jazz e em outros estilos, e desde então é rapidamente associado ao instrumento.

Nesta seção apresentaremos alguns discos de rock onde o Hammond aparece com destaque e alguns músicos que ficaram marcados pela forma com a qual o utilizaram.




O Atomic Rooster tinha como cabeça o tecladista Vincent Crane. Do primeiro disco, lançado em fevereiro de 1970, a banda passou por uma reformulação total em sua formação, com a baixa principal do baterista Carl Palmer, que foi ganhar o mundo com o supergrupo Emerson Lake & Palmer. O som do Atomic Rooster ficou mais pesado e agressivo na nova formação, com o baterista Rick Parnell, o guitarrista e vocalista John Duccan e Vicent Crane cuidando dos teclados (com os quais também fazia as linhas de baixo). A primeira faixa, que dá nome ao álbum , tem uma presença bem discreta do Hammond, privilegiando o piano; dali em diante, segure-se na cadeira, porque vem um bombardeio da sonoridade do instrumento, seja duelando com a guitarra ou fazendo solos enérgicos. Apenas pro final do disco que a coisa dá uma aliviada com a climática “Nobody Else”, conduzida ao piano; porém o fechamento é triunfante com o Hammond poderoso em “Gershatzer”, alternando momentos de pretensão sinfônica a outros mais experimentais, onde Vincent faz o instrumento roncar e gemer.

Vincent Crane (órgão Hammond, piano, vocais), John Du Cann (guitarra, vocais), Paul Hammond (bateria, percussão)


1.Death Walks Behind You
2. VUG
3. Tomorrow Night
4. Seven Lonely Streets
5. Sleeping For Years
6. I Can't Take No More
7. Nobody Else
8. Gershatzer








Jon Lord é um dos tecladistas mais famosos e lendários do rock, indiscutivelmente. Sua trajetória com o órgão Hammond é plenamente reconhecida, inclusive por ter se mantido fiel ao instrumento mesmo nos anos 80, quando a popularidade do instrumento decresceu muito. No início da carreira do Deep Purple, Jon se valia das características mais clássicas do instrumento, mas quando o Deep Purple resolveu dar uma guinada e tornar-se uma banda de rock pesado, ele passou a experimentar a liga do Hammond com amplificadores Marshall, de forma a poder preencher o som em pés de igualdade com a guitarra de Ritchie Blackmore. Mas a partir de Burn, Jon Lord voltou a usar a clássica combinação do Hammond com a caixa Leslie. Sobre o disco é desnecessário falar, já que trata-se de uma pedra fundamental do rock dos anos 70. A abertura do disco já traz um dos momentos mais belos do Hammond no rock e da carreira de Jon Lord, um solo simplesmente espetacular. A introdução de “Might Just Take Your Life” mostra o poder do som desse teclado, uma sonoridade quente e valvulada, que casa maravilhosamente com o groove da canção. Não são em todas as faixas de Burn que temos a presença do Hammond, mas onde ele apareceu, o fez para entrar para a história sobre as mãos do maestro Jon Lord. Em “You Fool no One” o Hammond tem uma participação quase percussiva, com uma técnica muito utilizada também por outro grande tecladista, Greggie Rolie, que tocava com Santana (cujos primeiros discos, juntos com estes, são excelentes exemplares de órgão Hammond tocado com feeling). E em “Mistreated”, o onipresente órgão Hammond cria a atmosfera perfeita pra todas as emoções da canção.

Ritchie Blackmore (guitarra, violões), Glenn Hughes (baixo, vocais), David Coverdale (vocais), Jon Lord (órgão Hammond, sintetizador, piano), Ian Paice (bateria, percussão)

1. Burn
2. Might Just Take Your Life
3. Lay Down, Stay Down
4. Sail Away
5. You Fool No One
6. What's Goin' On Here
7. Mistreated
8. A-200






Keith Emerson foi um dos responsáveis por decretar que o Hammond seria fundamental dentro do rock progressivo, desde sua época no The Nice. Além de tocar com técnica invejável, sua postura frenética no instrumento evoluiu em poucos anos para uma maneira performática e até acrobática de tocar! Emerson, pelo meio do caminho, literalmente destruiu alguns Hammonds, pendurando-se sobre eles, enfiando facas, rodando o instrumento ou o balançando. Em Tarkus, Emerson, junto de seu genial supergrupo, colocou o órgão Hammond a serviço de uma música extremamente complexa e hermética. A suíte “Tarkus”, com sua intensa poliritmia e variações harmônicas, é praticamente um esgotamento do instrumento e só por ela, já valeria mencionar o disco como referência em se tratando de órgão Hammond na música em geral. As demais músicas do disco apresentam Emerson trabalhando mais no piano acústico, a exceção de “A Time and a Place”, onde seu Hammond pretende soar como uma guitarra fazendo riffs.

Keith Emerson (órgão Hammond, Minimoog, Sintetizador, piano), Greg Lake (baixo, vocais, guitarras), Carl Palmer (bateria, percussão, sinos tubulares)

1. Tarkus

2. Jeremy Bender
3. Bitches Crystal
4. The Only Way (Hymn)
5. Infinite Space (Conclusion)
6. A Time and a Place
7. Are You Ready Eddy?






Poderia ser incluído nesta lista qualquer disco de estúdio do Focus, já que o tecladista, flautista e vocalista do grupo holandês, Thijs Van Leer, é um músico que não abre mão do Hammond em seus trabalhos. Mas a escolha desse ao vivo deve-se ao fato dele ser “100% Hammond”. Em estúdio, Thijs também utilizava piano, mellotron e sintetizadores. Ao vivo, apenas seu imponente Hammond B3 domina o palco. É difícil destacar algum momento nesta performance do Focus no teatro inglês Rainbow, pois ela é simplesmente soberba, representa a banda no ápice em sua mais clássica formação, e a sonoridade do Hammond perpassa todo o disco, seja em acompanhamento suaves ou em vibratos pra lá de expressivos. Thijs Van Leer tem o grande mérito de utilizar plenamente os recursos do Hammond a favor das composições, como se o instrumento e a diversidade de matrizes que suas regulagens permitem fosse parte integrantes de suas músicas, sendo praticamente impensáveis para outro tipo de teclado. A introdução de “Focus II” é de uma beleza indescritível, ainda mais abrilhantada pelo som aveludado do Hammond.

Thijs Van Leer (vocais, órgão hammond, flauta), Jan Akkerman (guitarra, violão, alaúde), Pierre Van der Linden (bateria, percussão), Bert Ruiter (baixo, vocais)

1. Focus III
2. Answers? Questions! Questions? Answers!
3. Focus II
4. Eruption
5. Hocus Pocus
6. Sylvia
7. Hocus Pocus (Reprise)







A abertura do disco com “Sunrise”, em poucos segundos, mostra a capacidade do Hammond de passar de um cândido som para um misto de frequências muito expressivo. Ken Hensley, que pilota as teclas do Uriah Heep sabe muito bem com fazer esse tipo de transição; passar o Hammond de um som quase litúrgico, como na introdução de “Circle of Hands”, para um som demoníaco e extravagante, como no pirado solo de “Gypsy” ou nas bases de “Look at Yourself”. Esse disco ao vivo, que registra uma performance do Uriah Heep em Birmingham, mostra o poder de fogo do órgão Hammond a serviço do rock pesado. O Hammond está presente em todas as faixas, exceto em “Tears in My Eyes”, em que Ken Hensley acompanha Mick Box na guitarra.

David Byron (vocais), Mick Box (guitarra, violões, vocais), Gary Thain (baixo, vocais), Ken Hensley (órgão Hammond, guitarras, vocais, violões), Lee Kerslake (bateria, percussão)


1. Sunrise
2. Sweet Lorraine
3. Traveller in Time
4. Easy Livin'
5. July Morning
6. Tears in My Eyes
7. Gypsy
8. Circle of Hands
9. Look at Yourself
10. The Magician's Birthday
11. Love Machine
12 Rock 'n' Roll Medley
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E apenas para complementar, um som mais Jazz-Funk-Blues com um som do Hammond mais swingado... Simplesmente adoro este discão.




Blue Note's "So Blue, So Funky" is a 12-track compilation that highlights the funkiest soul-jazz organists that recorded for the label, whether it was a leader or as a sideman.
Although there's a handful of cuts from the early '60s, such as "Face to Face" by the terrific, underrated "Baby Face" Willette, the compilation leans toward the funky fusions of the late '60s, such as "Big" John Patton's "Fat Judy", Lou Donaldson's "Everything I Do Is Gon' Be Funky (From Now On)", Jack McDuff's "Butter (For Yo' Popcorn)" and Grant Green's "Ain't It Funky Now".
The best thing about this comp is that even though it has familiar names, not all of the material is readily available on CD, which makes it of interest to casual groove fans and serious collectors alike.



TRACKLIST
01. Jimmy McGriff - All About My Girl [03:57]
02. "Big" John Patton - The Silver Metre [05:39]
03. Jimmy Smith - I'm Movin' On [05:15]
04. Freddie Roach - Brown Sugar [04:20]
05. Fred Jackson - Hootin' 'N' Tootin' [04:32]
06. "Baby Face" Willette - Face To Face [06:15]
07. Larry Young - Plaza De Toros [09:37]
08. George Braith - Boop Bop Bing Bash [06:24]
09. "Big" John Patton - Fat Judy [07:39]
10. Lou Donaldson - Everything I Do Gonh Be Funky (From Now On) [05:29]
11. "Brother" Jack McDuff - Butter (For Yo' Popcorn) [04:07]
12. Grant Green - Ain't It Funky Now [09:52]