Sunday, January 12, 2014

Arrigo Barbabé - O Profeta Maldito da Megalópole


Arrigo Barnabé (Londrina, 14 de setembro de 1951) é um músico e ator brasileiro. Seu reconhecimento para o grande público veio logo com o primeiro disco, Clara Crocodilo, em 1980, quando foi recebido pela imprensa como a maior novidade na música brasileira desde a tropicália. Em suas composições, Arrigo mistura elementos e procedimentos da música erudita do século XX a letras ferinas sobre a vida na grande cidade. É comum a utilização de séries dodecafônicas, aliada a uma prosódia muito próxima da fala urbana de seu tempo.


A música de Arrigo Barnabé e sua banda Sabor de Veneno está muito ligada a outros artistas, como Itamar Assumpção (e a banda Isca de Polícia), e grupos, como Rumo, Premeditando o Breque e Língua de Trapo. Esses artistas e grupos estavam inseridos num contexto que acabou conhecido como Vanguarda Paulista. Além das canções do disco "Clara Crocodilo", outras músicas, como "Uga Uga" - hit dos anos 80 com participação de Eliete Negreiros e Vânia Bastos nos vocais - foram sucessos prestigiados.


O compositor escreveu várias composições para trilhas sonoras de filmes brasileiros e a faixa-título de seu álbum "Tubarões Voadores" é baseada em uma história em quadrinhos de Luiz Gê. Atualmente apresenta um programa de rádio na Rádio Cultura de São Paulo: o Supertônica. Arrigo Barnabé já atuou como ator da novela da Globo Direito de Amar, 1987, ao lado do amigo Tim Rescala, numa participação especial, quase nos últimos capítulos. O cantor foi também citado na música "Língua", de Caetano Veloso, e "Eu Quero Saber Quem Matou", de Rogério Skylab. Saudado pela crítica especializada como o porta-voz da "terceira revolução" da MPB (depois da bossa nova e do tropicalismo), Barnabé encarnou o papel e declarou em 1981 "que depois do Tropicalismo o que tinha de acontecer é o atonalismo na música popular, que tinha de pintar uma coisa atonal. Isso porque os caras tinham chegado num ponto, mas não tinham rompido com a linguagem atonal, não tinha uma coisa organizada" (DIAS, 1981, p. 9). Quase vinte anos mais tarde, não tendo sua previsão histórica sido cumprida, ele revelaria que "até forçava a barra, citando caras da velha-guarda como Orestes Barbosa nos shows, mas na verdade não tinha nada a ver com MPB



Um som bem diferente... Seguem algumas pérolas:




Clara Crocodilo foi o primeiro álbum lançado pelo compositor brasileiro Arrigo Barnabé e também o último a contar com a participação da Banda Sabor de Veneno, que ele havia montado para uma (polêmica) participação no Festival Universitário da Canção da TV Cultura de São Paulo em 1979. O álbum é considerado pela crítica especializada como o marco inicial da chamada Vanguarda Paulista e um dos mais importantes discos experimentais lançados no Brasil no século XX.




"Clara Crocodilo" foi reeditado em CD em 1999, com outros músicos e cantores, a partir de gravações ao vivo efetuadas em fevereiro daquele ano no SESC Ipiranga, em São Paulo. Embora contenha as mesmas músicas do LP original, os títulos foram trocados, provavelmente por problemas com a editora que detinha os direitos de publicação.





Arrigo Barnabé em seu segundo disco concebeu um álbum onde trazia uma parceria visual com o quadrinista Luiz Gê. Tubarões Voadores foi baseado em uma HQ do artista gráfico, que também aparece como letrista na faixa-título. Na época de seu lançamento o jornal o Pasquim, em outubro de 1984 trazia uma matéria sobre o disco, intitulada "Arrigo Barnabé - Profeta Maldito da Megalópole", assinada por Ilmar Carvalho: "Com seu segundo disco, Tubarões Voadores, da Ariola, Arrigo Barnabé vem confirmar todas as expectativas geradas com o lançamento do independente Clara Crocodilo, seu primeiro mergulho fonográfico, realizado em 1980. Em Tubarões Voadores, continua predominando a temática da grande metrópole, desde a cascaval Crotalus Terrificus, cuja letra é de Paulinho da Viola, até Tubarões Voadores, letra de Luiz Gê e música de Arrigo. Tubarões e crótalus significam a terrível opressão dos grandes aglomerados urbanos, significam a inchação teratológica das metrópoles, onde tanto a Neide Manicure Pedicure, o Kid Supérfluo ou o Office-Boy (esta faixa do disco anterior), são os seres comuns, representam a humanidade, os urbanoides de uma apocalíptica, fria e eletrônica pauliceia desvairada, que os esmaga e deprime..."
Fonte:  (http://taratitaragua.blogspot.com.br/2012/02/tubaroes-voadores-arrigo-barnabe.html)

Arrigo Barnabé não é para qualquer um!!!


Thursday, January 9, 2014

Lou Reed - Uma homenagem ao Bardo Underground


Lewis Allan "Lou" Reed (Brooklyn, Nova Iorque, 2 de março de 1942 — Long Island, Nova Iorque, 27 de outubro de 2013) foi um cantor, guitarrista e compositor norte-americano. Foi considerado o 81º melhor guitarrista de todos os tempos pela revista norte-americana Rolling Stone. Foi um dos vocais do The Velvet Underground, influenciando Iggy Pop, New York Dolls e David Bowie. Mais tarde toda a cena pós-punk inglesa. Admirador de Edgar Allan Poe e Raymond Chandler, além de James Joyce, a quem faz referências em Blue Mask.



Lou Reed nasceu no Brooklin e cresceu em Freeport, Long Island. Sua família era judia e, embora Lou tenha se declarado judeu, ele adicionou: " My God is rock'n'roll. It’s an obscure power that can change your life. The most important part of my religion is to play guitar."

Lou Reed teve uma vida bem atribulada, com experiências marcantes... Segue um breve sumário:

Lou aprendeu a tocar guitarra de ouvido, escutando o rádio. Desde cedo se interessou pelo Rock and Roll & Rhythm Blues, tendo tocado em várias bandas durante seu High School. Suas primeiras gravações aconteceram com a banda chamada The Jades (1955). Em 1956, ainda em sua adolescência, Lou se declara Bissexual, e é submetido a um tratamento de Terapia Eletroconvulsiva (eletrochoque), supostamente para "curar" sua bissexualidade. Ele escreveu sobre esta experiência na canção "Kill Your Sons" de 1974. Em uma entrevista, Lou comentou sobre esta experiência:
"They put the thing down your throat so you don't swallow your tongue, and they put electrodes on your head. That's what was recommended in Rockland State Hospital to discourage homosexual feelings. The effect is that you lose your memory and become a vegetable. You can't read a book because you get to page 17 and have to go right back to page one again." — Lou Reed quoted in Please Kill Me (1996)

Lou Reed, Mick Jagger and David Bowie
Em 1960, Lou começou a estudar jornalismo, direção de filmes e composição de textos na Syracuse University. Ao mesmo tempo, ele era líder de um pelotão na ROTC (Reserve Officers' Training Corps - um programa universitário para treinamento militar), mas foi expulso por apontar uma arma (descarregada) para a cabeça de um superior. Em 1961, Lou comandou um programa de rádio noturno na WAER, chamado Excursions On A Wobbly Rail, tocando principalmente doo wop, rhythm and blues e jazz, principalmente o FREE JAZZ desenvolvido nos meados dos anos 50. Muitas das técnicas de Lou Reed na guitarra, por exemplo, guitar-drum roll, foram inspiradas em saxofonistas de jazz, como Ornette Coleman. Lou Reed se graduou com honras na Syracuse University's College of Arts and Sciences em Junho de 1964.


Além de um grande instrumentista, durante a Universidade, Lou Reed desenvolveu seu lado poeta, inspirado principalmente por Delmore Schwart. Por isso, as canções de Lou Reed sempre tiveram letras magníficas, que segundo ele: "to bring the sensitivities of the novel to rock music" ou "with the simplest language imaginable, and very short, you can accomplish the most astonishing heights."
Foi um dos vocais do The Velvet Underground, influenciando Iggy Pop, New York Dolls e David Bowie. Mais tarde toda a cena pós-punk inglesa. Admirador de Edgar Allan Poe e Raymond Chandler, além de James Joyce, a quem faz referências em Blue Mask.
Lou Reed teve uma brilhante carreira, tanto no Velvet Underground como em sua carreira solo, produzindo, compondo, tocando e cantando canções incríveis. Em 2003, a Rolling Stone Magazine publicou a lista dos 500 greatest albums of all time, incluindo dois álbuns de Lou Reed - Transformer e Berlin.


Em maio de 2013 passou por um transplante de fígado. Voltou a ser internado em julho com um quadro de desidratação severa, vindo a morrer em 27 de outubro do mesmo ano.

Escolhi dois álbuns muito interessantes, que na verdade são o mesmo: BERLIN.



Berlin é o terceiro álbum solo de Lou Reed, e na época de lançamento, a Rolling Stone Magazine o classificou como um desatre. O álbum é uma trágica Opera Rock sobre um casal que se dá muito mal, abordando temas como uso de drogas, prostituição, depressão, violência doméstica e suicídio. Uma parte marcante e muito forte da canção "The Kids", se refere a Carolina (a esposa) tendo seus filhos levados pelas autoridades, e os gritos de seus filhos chamando pela mãe... Devido ao fracasso comercial deste álbum, o Show Berlin não foi realizado...



Berlin: Live At St. Ann's Warehouse é um filme e um álbum ao vivo, realizado em 2008, St. Ann's Warehouse no Brooklyn, durante 5 apresentações em 2006. A Tour Berlin foi a primeira vez que Lou Reed tocou o álbum inteiro, ao vivo, 33 anos após o lançamento do álbum original. (Eu comprei este DVD e vale a pena. Um showzaço!!!)

Para finalizar, palhinhas:



DESCANSE EM PAZ - ROCK IN PEACE


Mais Lou Reed:

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NYC Man, The Ultimate Lou Reed Collection (2003)

Tuesday, January 7, 2014

Baby Consuelo


Bernadete Dinorah de Carvalho Cidade (Niterói, 18 de julho de 1952) conhecida como Baby do Brasil e também Baby Consuelo, é uma cantora e compositora brasileira. Baby do Brasil iniciou sua carreira como cantora do grupo Novos Baianos. Oriunda de uma família de classe média alta, foi criada nas cidades de Niterói e Rio de Janeiro. Começou a cantar e tocar violão ainda na infância, chegando inclusive a vencer um festival de música em Niterói aos 14 anos, no qual interpretou uma música do renomado maestro Eduardo Lages. Em 1969, fugiu de casa para Salvador, Bahia, onde conheceu os músicos Moraes Moreira, Galvão e Paulinho Boca de Cantor, assim como o guitarrista e futuro marido Pepeu Gomes. Estava formado o grupo Os Novos Baianos, que, no ano seguinte, lança seu primeiro disco, É Ferro na Boneca, pela gravadora RGE Fermata. O trabalho coloca a banda na mídia nacional. Pouco tempo depois, a banda se muda para um sítio em Jacarepaguá, bairro do Rio de Janeiro, laboratório para criação daquele que viria a ser o LP de maior sucesso da banda, Acabou Chorare, eleito pela revista Rolling Stone Brasil como "o maior álbum de música brasileira de todos os tempos". Baby e Pepeu permaneceram no grupo até 1978, quando foi decidido que cada um iniciaria sua carreira solo.


O primeiro álbum solo de Baby, O Que Vier Eu Traço, atinge grande sucesso de mídia e de vendagem pela gravadora Warner Music. Seu primeiro grande sucesso solo foi a canção Menino do Rio, de Caetano Veloso, composta exclusivamente para Baby e tema da novela Água Viva da Rede Globo.




Baby Consuelo foi e é uma grande cantora. Na minha opinião, uma das maiores do Brasil. No fim da década de 1990, Baby se tornou evangélica, mantendo sua carreira de cantora ao mesmo tempo que se tornou pastora da Igreja Ministério do Espírito Santo de Deus. Atualmente está em produção o filme documentário "Apopcalipse segundo Baby", direção de Rafael Saar, uma cinebiografia da artista. Após uma temporada dedicada à música gospel, em 2012 apresentou-se no Vivo Open Air, no Jockey Club Brasileiro (RJ), interpretando clássicos de sua carreira com arranjos do seu filho, o músico Pedro Baby. O show contou com a participação especial de Caetano Veloso, com quem cantou “Menino do Rio”, de autoria dele.

Seguem alguns álbuns selecionados por nós:







Baby do Brasil: Vocais
Lincoln Cheib : Percussão e Bateria
Nelson Faria : Violão Aço
Nico Assumpção : Contrabaixo


Friday, January 3, 2014

A Foot in Coldwater - Canadian Hard Rock


A Foot in Coldwater is a Canadian rock band composed of Alex Machin (vocals), Bob Horne (keyboard), Paul Naumann (guitar), Danny Taylor (drums), and Hughie Leggat (bass and vocals). They are best known for the song "(Make Me Do) Anything You Want" which was a Canadian hit single in 1972 and again in 1974.  Foot in Coldwater was formed in Toronto in 1970 from three bands. Leggat, Taylor, and Horne had been members of Nucleus, and the Lords of London. Machin and Naumann were in the band Island. Together, they signed with Frank Davies of Daffodil Records, who coined the group's name. The band's first album, A Foot in Coldwater, was released in 1972 with their first single "(Make Me Do) Anything You Want" which reached the top 25 on the Canadian charts. In 1973, they released their second album The Second Foot in Coldwater which included moderately successful singles "(Isn’t Love Unkind) In My Life" (#34) and "Love is Coming" (#27). In 1974, the band released a third album, All Around Us, which included a shorter version of "(Make Me Do) Anything You Want" which again made the Canadian singles chart. The song was later covered by the heavy metal band Helix in 1984.[1] It is described as "a sleepy ballad" by AllMusic. The band released one more single, "Midnight Lady" before Daffodil Records filed for bankruptcy in 1975, leaving them without a label. Horne left the group and the remaining members recorded a single, "Breaking Through" for Anthem in 1977, but it was not a success and the band folded.

Segue o primeiro discão, que adoro e já ouvi muitas e muitas vezes:




E graças ao suporte e atenção do Blog Only Good Song, disponibilizamos os dois álbuns que completam a discografia do "A Foot in Coldwater".

Segundo OGS:
"Ao contrário que diz a resenha (que só consegui ler colando no google translate kkkk) os 4 integrantes remanescentes ainda autoproduziram + 1 LP (e não um single como escrito) que nunca foi relançado em CD."

Seguem os álbuns, uma cortesia de Only Good Song:





Tuesday, December 31, 2013

Blues Etílicos - Best Brazilian Blues

Mais popular banda de blues brasileira, recordista em público nos shows e em vendagens de CDs no segmento, a banda comemorou 25 anos de carreira em 2010 com o lançamento de seu primeiro DVD: Blues Etílicos ao vivo no Bolshoi Pub. O Blues Etílicos já lançou 10 CDs, abrindo shows para B. B. King, Buddy Guy, Robert Cray, Sugar Blue, Ike Turner, Magic Slim e muitas outras atrações internacionais. A empatia do grupo com o público deve-se à originalidade de compor tanto em inglês quanto português. O vocalista norte americano Greg Wilson confere autenticidade e sotaque correto às canções em inglês. Os solistas de gaita e guitarra, Flávio Guimarães e Otávio Rocha, se destacam nos solos, acompanhados pela cozinha coesa e cheia de swing de Pedro Strasser, na bateria, e Cláudio Bedran, no baixo.




A Banda:
- Greg Wilson - norte-americano, natural do Mississipi. Possui bacharelado em música pela Universidade da Carolina do Sul (EUA). Além de vocalista, toca guitarra e trompete.
- Flávio Guimarães - gaitista referência no blues e rock nacionais,[carece de fontes] atuou como participação especial dos shows de Buddy Guy, Taj Mahal, Magic Slim, Charlie Musselwhite, Sugar Blue e vários grandes nomes do blues norte americano. Gravou com Alceu Valença, Ed Motta, Cássia Eller, Titãs, Zeca Baleiro, Zélia Duncan, Fernanda Abreu, Luiz Melodia e Paulo Moura, entre outros.
- Otávio Rocha - considerado um dos melhores guitarristas de slide do mundo, atua também como guitarrista base e compositor.
- Pedro Strasser - baterista com formação no Musicians Institute (Los Angeles, EUA), acompanhou artistas como Paulo Moura, Fernando Magalhães (Barão Vermelho) e Celso Blues Boy.
- Cláudio Bedran - baixista e também fundador da banda, atua como compositor de boa parte das músicas em português do grupo.


Para conhecer esta banda Brazuka de BLUES:



Simplesmente uma grande banda brasileira de blues para encerrar as atividades de 2014. 

Mais Brazilian Blues:






FELIZ 2014 E MUITO SOM EM SUAS VIDAS... SÃO O VOTOS DOS VALVULADOS A TODOS NOSSOS AMIGOS E PARCEIROS DE 2013!!!!
LONG LIVE ROCK 'N' ROLL


Tuesday, December 24, 2013

Confraria dos blogs apresenta: Gentle Giant

Gentle Giant foi uma das grandes bandas de rock progressivo da década de 1970. Apesar de não conseguir o mesmo reconhecimento de bandas contemporâneas, alcançou certo prestígio de crítica e de público, sendo o suficiente para angariar legiões de fãs espalhadas pelo mundo. A banda foi formada pelos três irmãos Shulman (Phil, Derek e Ray), todos ex-integrantes da banda britânica pop/soul/psicodélica Simon Dupree and the Big Sound, formada em 1966. No início, tocaram por toda a Inglaterra durante quatro anos, sendo bem recebidos pelas rádios e televisão. Lançaram um álbum com um compacto no top 5 da parada britânica, mas sem deixar uma impressão indelével na cena musical britânica. Pelo final de 1969, os Shulmans terminaram a Simon Dupree e lançaram seus olhares sobre o crescente fascínio do meio musical por uma música mais criativa, inteligente e complexa que viria a ser chamada de rock progressivo. No DVD Giant on the Box, o grupo tem o seu estilo definido como Baroque & Roll1 .


No início de 1970, eles formaram o Gentle Giant junto com Martin Smith, Kerry Minnear e Gary Green. O novo grupo começou a fazer um som mais aventureiro, desafiante e distinto de tudo o que se conhecia em termos de música. Características marcantes do grupo incluíam vocais múltiplos e dessincronizados, pouco comuns em sua época (vide outras em Atributos musicais). Compara-se a inovação do Gentle Giant para o rock progressivo com a que os Beatles representaram para o rock na década anterior. Tinham como influências musicais rock, jazz, música clássica, avant-garde, blues, folk e música medieval inglesa.
A música do Gentle Giant possuía vários aspectos em comum a outras bandas de rock progressivo da época e outros que a diferenciava, acrescentando características únicas a essa banda:
1 Álbuns conceituais.
2  Rápidas mudanças no tempo.
3 Compassos diversificados dentro duma mesma canção, a maioria dos quais considerada de alta complexidade.
4 Melodias complexas e extensivamente elaboradas, com harmonias frequentemente contrastando devido à dissonância.
5 Vasto uso de instrumentos musicais não convencionais, como instrumentos medievais e renascentistas (Clavicórdio, Cravo, Alaúde, Harpa...) e até mesmo criados pelos próprios membros (como o "Shulberry", inventado por Derek Shulman).
6 Estruturas musicais contrapontísticas tipicamente associadas à música erudita clássica, como fugas e madrigais, e música erudita contemporânea atonal do começo do século XX.
7 Letras complexas, recheadas de conteúdo altamente conotativo, de difícil interpretação e compreensão, por vezes fantásticas, muitas delas fazendo referências a livros, como os do autor francês François Rabelais (escritor prestigiado por alguns membros da banda).
8 Todos os membros da banda eram multi-instrumentistas, uma qualidade ímpar e memorável do conjunto.

A seguir alguns álbuns:






Divirtam-se!!!!

Aqui estão os links (roubartilhado diretamente do APONCHO ROCK) com os demais blogs que formaram a "Confraria dos Blog":


APONCHO ROCK com Free Hand
 
Som Mutante com Interview 


 
PROG ROCK VINTAGE com King Alfred´s College Winchester


  • PIRATA DO ROCK com Capitol Studios

    NAS ONDAS DA NET com Playing The Fool Live
  • TheRedHippie com Acquiring The Taste
     
    A Casa de Roderick com Octopus

    SOM TRIMADO com a Discografía da Banda